quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Plato Divorak e os Exciters - Que Safadeza!


Plato Divorak figurinha carimbada do Rock Gaúcho, dispensa comentários. Ele estará com sua banda solo Os Exciters e junto com Frank jorge em dois shows emocionantes do Morrostock 2009

Plato Divorak e Os Exciters

Já fomos Clepsidra. Hoje somos Plato Divorak & Os Exciters. Deste trampolim saltaremos para o nosso primeiro disco, repleto de sonhos e delírios do imaginário. Estamos com nova formação e prontos para decolar em shows e eventos por todo o sistema solar.O nosso disco de estréia, com trabalho gráfico de Diego Medina, será lançado em 2009 pela Pisces Records de Bauru. Plato e sua trupe já preparam novas canções para um futuro lançamento.
the sound: a explosão musical do rock pop sixtie e afins sugerida por um vasto leque de instrumentações, incluindo flauta, órgão, metais, cravo e até instrumentos criados por Plato e sua trupe. É ir só ir no festival e ver pra crer.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

L.A.B. – Less A Bullshit


L.A.B. – Less A Bullshit

Quanto tempo é preciso uma banda existir para chegar a um nível de entrosamento razoável? Uma temporada completa de shows? A gravação e lançamento de dois ou três discos? Bem, aí depende da banda.
No caso do L.A.B., parece que ela já nasceu pronta, no verão de 2009.
(Marcos Bragatto, no site Rock em Geral)
Sob a alcunha de L.A.B. – Less a Bullshit –, a recém-formada banda de Novo Hamburgo traz à tona um elaborado senso de psicodelia eletrônica futurista. Psicodelia porque cada um dos sons é longo, viajante e de extrema repetição. Eletrônica porque as melodias partem do sintético, embora cobertos por muita distorção de guitarra. Futurista porque soa o exato oposto de qualquer banda revisionista. E por mais perigoso que seja o termo, a banda faz algo efetivamente moderno, sem parecer “pra frentex”. Com letras em português, sempre em tom de melancolia disfuncional, elas são mesmo menos que uma bobagem. (Leandro Vignoli, Revista Void)
O L.A.B. é da linhagem de bandas como New Order, Eurythmics e Depeche Mode, entre outras, que usam a eletrônica a favor do rock. O som é, de fato, moderno. Sem ser moderninho.
O L.A.B. é uma banda de rock de verdade que sabe muito bem dosar eletrônico e orgânico.
E eles aconselham: “ao ouvir, feche os olhos quando sentir vontade. Nós também fechamos”. Olhos e ouvidos abertos, isto sim.
(Marcos Bragatto, no site Rock em Geral)

Um dos maiores desafios das novas bandas é fugir dos rótulos. Apesar das influências musicais estarem presentes, ninguém gosta de ser taxado como uma banda que “parece com Beatles, com Franz Ferdinand...” E é nesta busca por uma sonoridade única que a recém formada L.A.B. aparece trazendo a subjetividade nas programações eletrônicas e nas letras, tornando as composições ricas e densas... A ousadia de compor em português e misturar indie rock com electro surpreende os ouvidos mais exigentes. (Gabriela Tellini, jornalista e produtora)
A banda faz uma espécie de synth-space-pop viajandão que nos melhores momentos soa perfeitamente cafona, classudo e moderno, ao mesmo tempo.
As influências vão do post-rock ao hippiesmo oportunista e esperto do MGMT.
(Claudio Szynkier, no Trama Virtual)

Embora pouco dançante, é altamente viajante. Os bops e blips alternados por acordes, riffs e batidas são criações de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programações), Fê Fischer (guitarra, baixo, synths e vocal) e Moa Jnr (bateria, percussão e vocal), que se juntaram para formar esse não-assumido _ pelo menos no nome _ laboratório de sons. E nele o trio se divertiu ousando, coisa rara e muito bem vinda. (Gustavo Brigatti, Jornal Zero Hora)

A banda esteve pela primeira vez em São Paulo em agosto para uma série de shows, que foram descritos por Gabriela Munin, da Tronco Produções, como “uma série incrível de 4 shows em São Paulo.” Além disso, a Tronco Produções no dia seguinte, em post no Twitter afirmou que “todo mundo deveria ouvir o L.A.B. (@labrocklab), uma das bandas mais legais que já fez show com a gente.”

Em outubro, termina a gravação e mixagem de seu segundo EP, ainda sem nome que estará apresentando em primeira mão no festival Morrostock 2009.

Gulivers


Gulivers

Gulivers é uma banda que já havia nascido para o rock porto-alegrense no início de 2005, com o nome de Columbia. Como este nome a banda fez vários shows no cenário roqueiro da Capital gaúcha, tocando em lugares clássicos como o Garagem Hermética, Opinião, Dr.Jekyll, Guanabara, etc... junto a bandas que iam gerando uma nova safra do rock, que hoje chegam, aos poucos, em sua maturidade no fértil solo gaúcho. A banda, também fruto dessa boa colheita, mudou de nome, ao passo que foi acrescentando novas referências sonoras ao seu estilo britrock da época. Em Agosto de 2007, lançaram oficialmente seu primeiro single (Esse Seu Jeito – Quem Tem Razão?), oficializando o novo nome, Gulivers.

E foi também no inverno de 2007 que a banda iniciou as gravações de seu primeiro clipe, da música ‘Quem Tem Razão?’. Este foi gravado pela Baxada Nacional, e lançado em dezembro deste mesmo ano, numa grande festa com ampla divulgação na imprensa gaúcha. O clipe abriu muitas portas para a banda que agora, com suas imagens registradas, passou a ter muito espaço na televisão (em programas como Papo Clipe, Radar), jornais (como Zero Hora, Correio do Povo, Jornal NH) e nas rádios, passando o ano seguinte envolvida com muitos shows, mas com a difícil tarefa de conciliar seu tempo na gravação das demais músicas de seu primeiro disco. Nesta época, em entrevista ao programa Radar, a musicalidade da banda foi descrita pelo jornalista e apresentador Leo Felipe como “algo entre o britpop e a cena atual nova-iorquina”.

Atualmente a banda tem em seu currículo participação nos maiores festivais da cena-rock do sul do Brasil, como o GIG Rock (Porto Alegre-RS) e Grito Rock (Criciúma-SC), além de ter tocado em diversas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e nas principais casas de rock da capital.
Em 2008 iniciou-se a gravação do disco de estréia, produzido pelo renomado produtor musical Ray-Z (ex-RPM, Júpiter Maçã, Tom Bloch). As gravações duraram cerca de 1 ano, tempo necessário para que a perfeita sonoridade musical da banda fosse atingida e para que os melhores timbres e vocais fossem tirados.
"Em Boas Mãos" - disco de estréia com lançamento previsto para outubro - certamente virá para inovar o indie-rock nacional, apostando na musicalidade moderna, com "refrões grudentos e arranjos dançantes, buscando inspiração no britpop do Oasis e na excitação do Arctic Monkeys", conforme o jornalista Paulo Germano, da Zero Hora.
O single de estréia do disco já está disponível no site www.myspace.com/guliversrock, com isto já dá para ter uma pequena - mas grande - amostra do que os Gulivers estão preparando!A banda é formada por Cristiano Bauce ( Guitarra, voz ) Rodrigo Quintana ( Guitarra ) , Thiago Peduzzi ( Baixo , Voz ) e Silas Blehm ( Bateria ).

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Gory Metal Extremo que vai abrir o Morrostock 2009

Formada em 2005, com o propósito de mesclar diversas vertentes do Death Metal e da música extrema em geral, a Gory vem fazendo algo que soe brutal e agressivo mas sem perder a musicalidade, buscando sempre originalidade em suas músicas. Nas letras a tematica gore é a mais predominante, mas não sendo o único tema abordado.

Em 2006 lança sua primeira demo intitulada 'Vômito Neural', onde participam de algumas coletânias no Brasil com as músicas gravadas. No final de 2008 entra em estúdio para gravar seu primeiro debut álbum com previsão de lançamento para o final de 2009.

Ao longo desses quase 5 anos, a banda já tocou em diversos festivais importantes do RS. Em sua formação já passaram diversos músicos, mas sempre foi mantida a base que iniciou a banda, e agora se estabelece como quinteto. Sendo Rodrigo 'Pedroso' (vocal), Bruno (guitarra/vocal), Gabriel (guitarra), Guga (baixo) e Eliézer(bateria).

http://www.myspace.com/goryband

Dinamite Joe


Jorge Flores (voz, teclado e violão), Alexandre ( guitarra, harmônica, saxofone e vocais), Nei Tomazi( guitarra e violão), Alles (bateria) e Jô (baixo e vocais). Cinco caras com muita competência e experiência formam a DINAMITE JOE.
Formada em 2003 a banda vem se destacando em todo o Brasil, misturando várias influências musicais em um só som.
O intuito é: fazer um som empolgante, com letras que dão na veia de quem ouve além de um desempenho no palco que revela muita energia e alto astral.
Neste ano lançando seu segundo álbum chamado “Na Estrada”. Podemos acompanhar este trabalho em várias TVs (TVCOM, UCS TV, TVE, TV câmara, TV Feevale), em mais de uma centena de rádios e no mês de março no programa ASTROS do SBT em rede nacional.
Em sua trajetória de shows, a banda já dividiu o palco com grandes nomes da música como: TNT, CPM22, Comunidade Nin-jitsu, Nenhum de Nós, Maria do Relento, Acústicos e Valvulados, Rosa Tattooada, NX Zero........
Com sua pegada de palco e muito carisma, a DINAMITE JOE tem feito seus públicos dançar e vibrar em todos os shows.

www.dinamitejoe.com.br http://www.myspace.com/dinamitejoe

Clã McLoud Rock com pegada, pressão e consciência


Rock and Roll, de qualidade, autêntico e cantado no bom e velho vernáculo é possível nos dias de hoje?
Sim, é possível!
A TIMBRENOISE orgulhosamente apresenta CLÃ MCLOUD.
A banda, ou melhor, a família gaúcha que está na estrada desde 2001, é formada por Alessandro Torres (Sentinela) – voz, guitarra e violão, Wagner de Negri (Pilão) – guitarra, Uesti Papée – baixo e Maykel Rodrigues (Bactéria) – bateria e percussão.
O som do quarteto impressiona por dois aspectos:
O primeiro é a sintonia que rola entre os integrantes, basta ver que o trabalho atual A PORTA DA ALMA “foi totalmente gravado, mixado e produzido pela banda na cidade de Ivoti - RS na casa de um dos integrantes” (na palavra da rapaziada da banda). Baixo custo, porém de qualidade incontestável, os músicos compensaram a simplicidade da produção com canções muito equilibradas e marcantes.
O segundo aspecto é a familiaridade que as músicas do CLÃ passam. É aquela prazerosa sensação de “déjà vu”, que só as bandas que tendem a entrar para a história como Clássicas conseguem despertar nos apreciadores do Rock and Roll.
O peso e a pegada da guitarra, os vocais carregados de emoção, as letras contundentes e o baixo em harmonia com a bateria são as garantias de bons momentos curtindo o som de CLÃ MCLOUD que estará presente no Morrostock 2009.

Clã Mcloud “Rock com pegada, pressão e consciência

WWW.MYSPACE.COM/CLAMCLOUD

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

BiwalQ Uma Promessa vinda de São Leo


Se formos considerar os primeiros passos da BiwalQ teremos que voltar para meados de 2004, quando o baterista Bruno Santa Rosa e o contrabaixista Rodrigo Schmitt se conheceram nos ensaios da primeira banda em que tocaram juntos.
Após alguns inícios de bandas que não se concretizavam, tentativas de formações que não encaixavam, os dois acabaram por iniciar algumas "jam sessions" no final de 2008 apenas com contrabaixo e bateria. Iniciavam-se alguns esboços de composições que já não toleravam mais a falta de um terceiro instrumento. O resultado de um convite para uma jam sem pretenções foi o suficiente para o guitarrista Matheus Guimaraes, amigo de infância do Bruno, juntar-se ao - agora - trio, e logo assumir os vocais.

Mesmo com todos "nascidos no berço do rock", os primeiros ensaios já demonstraram o resultado estilizado pelas influências diversas entre os membros. Com muitas idéias e material para trabalhar, a proposta estabelecida então foi muito simples: fazer música. A sonoridade final do trio resulta da mistura dessas influências, passando por elementos desde o groove do funk, a abstração do jazz, a despreocupação do rock, e até o peso do heavy metal. Pode-se esperar ouvir desde os refrões mais grudentos, até duetos técnicos em músicas instrumentais, procurando sempre trazer as sensações mais diversas sem perder a batida.

No início de 2009 a banda fez suas primeiras apresentações e gravou a demo intitulada ***** (Cinco Asteriscos), contando com quatro faixas produzidas e mixadas pelo próprio grupo. A agenda começou a se formar e a banda fez desde shows beneficientes para arrecadações de agasalhos e alimentos, até participação de eventos sociais como a Semana do Meio Ambiente, e clássico São Leopoldo Fest.

Em meio ao modismo e industrialização da cena musical vigente, a BiwalQ tem como objetivo fazer um som concreto e ao mesmo tempo inusitado, diferenciado pela fusão dos estilos mais abrangentes possíveis.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Bandinha Di Dá Dó - It´s a Clown Music no Morro.


Bandinha Di Dá Dó é a performática banda dos palhaços Cotoco, Teimoso Teimosia, Horizonte e Zé Docinho. Surgiu nos palcos da cidade de Porto Alegre em 2005 e é formada pelos músicos Mauro Bruzza (acordeom e vocal), Ed Lannes (guitarra), Thiago Ritter (baixo) e Paulo Zé Barcellos (bateria), todos artistas de currículo em trilhas sonoras para teatro, circo e apresentações em diversas cidades do RS, Brasil e mundo. Vestidos nos seus figurinos e tendo na linha de frente o Palhaço Cotoco (Mauro Bruzza), a banda tem um repertório só com músicas próprias e dançantes.

Em 2009, a Bandinha realizou entre os meses de janeiro e fevereiro, 46 shows nos estados do PR, SC, SP, RJ e ES, tocando em bares, casas, calçadões e também em festivais como o Grito de Carnaval de Curitiba e o Psicodália, em São Martinho / SC.

Em sua trajetória estão os palcos do SESC RS, Festivais Gig Rock, MorroStock, Macondo Circus, Palco Giratório Sesc, 4ª Semana do Palhaço (Belo Horizonte), Feira do Livro de Porto Alegre e festas institucionais ou particulares. Dividiu o palco com Wander Wildner no Teatro Bar Opinião e integrou o projeto Imagem e Comprador RS – Música para Exportação, ficando entre as 4 bandas favoritas dos produtores internacionais.

“Uma bem humorada mistura de rock e ritmos tradicionais, a Bandinha Di Dá Dó contagia o público com sua música, apresentando uma nova experiênica sonora e visual. It´s clown music!”

A Bandinha prepara para o Morrostock um show víceral que certamente vai colocar todo mundo pra dançar e se escabelar.

www.myspace.com/bandinhadidado

CFC de Canoas, 18 anos de estrada alternativa.


CFC
Provavelmente a banda alternativa a mais tempo na ativa na cidade de Canoas, o CFC que teve início em 1991, completa 18 anos de atividades ininterruptadas esse ano. Seu estilo CROSSOVER mistura punk rock com metal em letras fortes que falam de assuntos variados como mensagens de estímulo a defesa dos seus ideais, passando por críticas a padrões e comportamentos da sociedade até devaneios da mente humana . Fez parte da coletânea lançada pelo lendário bar GARAGEM HERMÉTICA de POA em 2000. CFC integra o movimento B.I.L que depois se tornaria um coletivo desde seu ano inicial em 2005 e participou das 3 coletâneas já lançadas pelo B.I.L (2006/2007/2009). A primeira fita demo é de 1993 que seria seguida de outras nos anos seguintes e conta com quase a mesma formação atual da banda com única exceção do batera. JR nas guitarras, GABAS no baixo, JOKA na batera e RENATO no vocal. Ainda para constar, 3 integrantes do CFC juntamente com mais 2 amigos de outras bandas formaram a SUBLIMINAL PROJECT, tributo a lendária banda californiana SUICIDAL TENDENCIES, projeto único no Brasil. Atualmente o CFC banda prepara-se para o lançamento de um novo trabalho.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Valentinos - Amor, Ódio, Ressaca e Juventude


Valentinos
A banda estava fora da edição de 2009 mas com a impossibilidade dos Efervecentes tocarem veio a escalação da Valentinos para o festival, o que de forma nenhuma é uma perda e sim um ganho. Valentinos é uma banda nova mas com uma história forte e bem planejada e com certeza fará um grande show no Morrostock 2009.

Amor, ódio, ressaca e juventude. Baixo, guitarras, piano e bateria. Valentinos, do latim, valoroso, forte, valente. A palavra serviu de inspiração para quatro jovens roqueiros de Porto Alegre. Valentinos é uma banda que faz rock. Formada no início de 2008, alcançou em um curto período, o respaldo de quem já a ouviu. O primeiro EP foi gravado em abril e atingiu milhares de downloads em poucas semanas. A banda destaca-se nos shows por sua personalidade, estética e pela pulsação transmitidas em suas canções, tornando as suas lindas melodias e a energia os pontos fortes de suas apresentações. Por estes e outros motivos, os Valentinos são uma das grandes promessas do rock gaúcho, atingindo uma respeitosa posição entre outras bandas e o público em geral, rapidamente conquistando novos fãs e mostrando que isso, é só o começo.

http://www.myspace.com/valentinosrock

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sargento Malagueta vai estar lançando trabalho novo no Morrostock 2009.


Os roqueiros da Sargento Malagueta encaram o planejamento de sua carreira com um desafio; o desafio de fazer uma música genuína e digerível, pop e original, inteligente e descontraída. Uma música antenada com seu tempo, que desperte interesse por ser diferente, mas que mantenha referências básicas como uma bela melodia e um ritmo dançante. E o principal, uma música com a qual as pessoas se identifiquem, que tenha longo alcance e com poder de fogo suficiente para abater a mediocridade.

As influências são “Old School”; Com uma pegada muito Rock n’ Roll e a clássica sonoridade “crua” de power-trio, a Sargento Malagueta toma de assalto a energia do funk e do soul, a elegância dos mestres do jazz e o apelo do pop moderno e mistura tudo com a descontração e o prazer que têm em tocar juntos, transformando a música em uma grande brincadeira quando estão em cima do palco.
O ano de 2009 vem sendo muito produtivo para a Sargento Malagueta. No começo de Junho, a banda lançou seu primeiro EP, com 4 músicas, e foi uma das 8 bandas selecionadas para participar do festival internacional Coca-Cola P.A.R.C. A partir daí a banda ganhou espaços na mídia regional e nacional, sendo citada como uma das promessas do novo rock feito no Rio Grande do Sul. “A marcação quase tribal da cozinha composta pela bateria do Leandro Benites e do baixo do Diogo Tobolski chega a ser obscena. Tá ouvindo? Então para e volta pro começo. Sentiu o ar ficar denso, enfumaçado de um clube de jazz da Chicago dos anos 40, para logo em seguida as luzes acenderem vermelhas e um perfume doce insuspeito tomar o ambiente? Essa última parte é cortesia da guitarra do Fredi Bessa”, relata o jornalista Gustavo Brigatti da Zero Hora.

domingo, 20 de setembro de 2009

The Raves representa a cena roqueira de Pelotas no Morrostock 2009


THE RAVES

The Raves é uma banda gaúcha de rock’n’roll formada em 2004 na cidade de Pelotas. A banda tem como influências o Brit Pop, Folk Rock, Indie Rock e Rock´n´Roll dos anos sessenta. As músicas e o visual da banda remetem principalmente ao Rock Britânico, como The Beatles, Oasis, Supergrass e bandas como Weezer e Teenage Fanclub.
A banda é composta por quatro integrantes: Joaquim Mota (baixo e vocal), Guilherme Castilhos (guitarra e vocal), Matheus Costa (guitarra e vocal) e César Gularte (bateria) - todos na faixa dos dezenove anos de idade.
Em 2006 apresenta seu primeiro EP intitulado "The Beginning or The End". Esse EP foi lançado no site Trama Virtual ganhando destaque nacional e sendo muito elogiado pela qualidade do trabalho com tão pouca idade. O mesmo EP seria destaque nacional também nos sites Palcomp3 e Rockwave.
Em 2007, deu inicio as gravações de seu primeiro CD “The Invisible Sights of a Newplace” que foi lançado em 2008. O primeiro CD foi produzido e distribuído de forma totalmente independente. As músicas foram compostas entre 2005 e 2006, mostrando como a banda era na época.
Em 2008 a banda começou com diversas apresentações no cenário local, tocando com varias bandas da cidade e bandas de outras cidades, como Vera Loca e Cartolas, consolidando seu público no circuito independente.
O ano de 2009 vem sendo bastante produtivo para a The Raves, tocando com bandas como Pública, Fruet & os Cozinheiros e Pata de Elefante, recendo criticas positivas desses shows. Em março, fizeram um show de duas horas para mais de 3.000 pessoas nas ruas de Pelotas. Em maio, selecionados entre mais 300 bandas do estado, para participar do Festival Coca-Cola Parc e do Band Coaching – como uma das oito bandas mais promissoras do rock gaúcho.
Na primeira etapa do concurso, a banda foi para Porto Alegre onde passou dois dias, sendo produzida por dois grandes nomes do rock gaúcho: Marcelo Birck (ex-Graforréia Xilarmônica) e Marcelo Gross (Cachorro Grande) que elogiaram muito as músicas. Segundo Marcelo Gross “Se depender dessa Gurizada, a nova geração do Rock gaúcho está salvo!!” Os produtores fizeram criticas valiosas a banda, durante sua apresentação no Band Coching - durante as gravações para a rede MTV, que posteriormente será apresentado no formato de um reality show. Na segunda etapa a banda tocou no festival Coca-Cola Parc em Porto Alegre junto com outras bandas como Cachorro Grande, Pitty, Fresno e The View (Escócia).
Devido às conquistas em 2009, a banda tem se destacado na imprensa, com matérias nos jornais Zero Hora e Diário Popular, nas revistas Noite e Cia e Trilhas, na televisão (Jornal do Almoço da RBS e Programa Radar da TVE em Porto Alegre) e com as músicas tocando em rádios como Atlântida, Rádio COM e algumas rádios independentes do RS.
Após alguns shows fora de Pelotas, como no Macondo Lugar em Santa Maria em julho, um dos lugares mais reconhecidos do rock independente nacional, a banda se prepara para alguns shows no RS como no grande festival MorroStock e um show com a banda Bidê ou Balde em Pelotas. Em breve a banda entrará em estúdio para gravação do seu novo EP que pretende ser lançado ainda este ano. Este novo trabalho é uma forma da banda apresentar ao público novas músicas que refletem o momento criativo atual e também como pré-produção do seu segundo disco, idealizado para ser produzido e lançado no próximo ano.

www.myspace.com/theravesrock

Canja Rave, Duo Rock Guitarra e Batera.


- CANJA RAVE –
O Canja Rave iniciou sua trajetória no final de 2005 e é um “duo-rock” formado por Paula Nozzari (ex-De Falla, Cidadão Quem, Penélope) na bateria e voz e Chris Kochenborger (ex-Jimi James, Leela) na guitarra e voz.
O CD de estréia foi lançado em julho de 2008 - “Da Canja à Rave” - com 11 canções inéditas de Paula e Chris. A produção é uma parceria entre a própria dupla roqueira, Duca Leindecker e Leandro Schirmer.
Em julho desse mesmo ano, fez a primeira turnê internacional! Doze shows pelos Estados Unidos de costa a costa do país.
O Canja Rave tem feito shows em capitais do Brasil e participado de festivais importantes da música independente: o Rec Beat (Recife - PE), o Demo Sul (Londrina - PR) e o Gig Rock (Porto Alegre – RS).
Em março de 2009, representou o Brasil com o apoio do Ministério da Cultura no Festival South by Southwest (SXSW) em Austin, Texas ao lado de bandas do mundo inteiro.
Em maio de 2009, entre as 400 bandas que participaram do Festival Liverpool Sound City em Liverpool, Inglaterra, o Canja Rave foi o único representante do Brasil. Tiveram o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre e da BM&A. Além do festival, tocou também em Londres.
Completando quatro turnês internacionais em apenas um ano, em julho de 2009, a dupla representou o Brasil no DFEST em Tulsa, Oklahoma (Estados Unidos). O festival reuniu um público de 60 mil pessoas e os headliners foram The Black Crowes, Cake e Gogol Bordello.
Ainda fizeram mais dez shows e gravaram o segundo álbum com o lendário JIM DIAMOND - produtor dos dois primeiros discos do White Stripes, dono do selo Guetto Recorders - em Detroit, Michigan.
A música “AQUI AGORA” atualmente está tocando na Rádio WMSC 90,3 FM de New York/NY e na KPFT Studio 90.1 FM em Houston/Texas – USA.

Depois de rodarem por muitos festivais mundo a fora chegou a vez de Sapiranga receber a banda que fará um show empolgante no festival Morrostock 2009.

http://www.myspace.com/canjaraveoficial
http://www.canjarave.com

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Clássico: Frank Jorge volta ao festival agora com o projeto solo


Depois da participação no primeiro Morrostock em 2007 com a Graforréia Xilarmônica, o músico volta na edição de 2009 com sua carreira solo.

Frank Jorge Volume 3 é mais uma boa safra de canções colhidas pelo pândego compositor e multi-instrumentista gaúcho no campo e lavoura da existência durante os cinco anos que separam este seu novo disco do precedente Vida de Verdade. Praticidade e concisão são palavras chave no novo trabalho de Frank Jorge, mais de 20 anos dedicados ao rock. Qual um Paul McCartney redivivo, ele toca praticamente todos os instrumentos desse Volume 3, deixando baterias e percussões a cargo de Iuri Freiberger, co-produtor do disco junto com Rafael Ramos. As influências jovemguardianas/beatlemaníacas/sessentistas se espalham pelo disco como um todo.

Da arte da capa retrô-futurista que nos deixa vislumbrar um Frank Jorge transmutado em George Jetson à enxutez das 12 canções – como num bom disco do Roberto ou dos Beatles – que raramente ultrapassam os 3 minutos dos clássicos singles dos anos 60, Volume 3 exibe um Frank Jorge capaz de lapidar canções que ao mesmo tempo em que mesclam influências musicais das mais variadas, abordam liricamente, temas como a maldita mania da “melhor banda do mundo essa semana” até uma insólita canção em que Frank lamenta ter demitido um amigo. Os antológicos órgãos Hammond salpicados por Frank pelas faixas desse Volume 3 são reminiscentes dos 60 mas estão mais para uma releitura à la Inspiral Carpets do que exatamente para Lafayette.

Em Elvis, que apropriadamente abre o disco, Frank alfineta a necessidade contemporânea de se ouvir um som novo a cada dia. Obsessão Anos 60 vai um pouco além do que o título anuncia e foca outras décadas, sempre com um espírito ácido e autocrítico, numa espécie de mea culpa desse revivalismo todo. Há canções de amor de todo tipo, algumas enviesadas e irônicas como A Historiadora. Em Eu Demiti Um Amigo, Frank deixa fluir tudo que aprendeu com Reginaldo Rossi e seus pares. E, maravilha das maravilhas, o encarte com as letras ainda traz comentários tipicamente frankjorgianos sobre as mesmas.

Todas reunidas, as canções de Volume 3 somam pouco mais de 33 minutos, que podem ser relacionados às 33 rotações e um terço dos LPs em vinil. O que pode parecer avareza ou sonegação de material musical, no entanto, se comprova como um disco na medida certa. Quando soam as últimas notas de Se Você Ainda Me Quiser, a vontade é de virar o disco no prato e tocar o lado A pra rodar novamente. Ou melhor, dar o replay no CD. De qualquer maneira, novamente aqui pontos para Frank Jorge que nesse Volume 3 coloca em prática o aforismo do escritor e musicólogo britânico Arthur Jacobs: “tudo é música, revista e ouvida pelos únicos olhos e ouvidos possíveis: os olhos e ouvidos do presente”. Ah, sim: Volume 3 marca a estréia de Frank pela Monstro Discos. E está à venda nas boas lojas do ramo.
Por Jimi Joe: músico, compositor, diretor da Rádio UNISINOS FM

* No repertório do show, canções dos três CDs solos:

- Carteira Nacional de Apaixonado (Barulhinho/POA/2001) – Serei mais feliz (Vou largar a jovem guarda), Cabelos cor de jambo, Não recebo em dólar, Prendedor.

- Vida de Verdade (YB/Trama/ SP/2003) – Você não é tão legal, Vida de verdade, Concurso literário.

- Volume 3 (Monstro Discos/GO/2008) – Eu demiti um amigo, Obsessão anos 60, A historiadora, Elvis e outras mais.


* Banda:
Alexandre Birck: bateria
Bruno Alcalde: guitarra e voz
Paulo Bergmann: teclado e pianica
Régis Sam: baixo
Frank Jorge: composições, guitarra e voz.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pública Indicada ao VMB 2009, Sairá de lá premiada direto para o Morrostock? Votem na Pública pessoal.



Com oito anos de estrada, a Pública já participou de diversos festivais como Planeta Atlântida (RS) 2009/2008, Grito Rock (MT), Fora do Eixo (SP), MADA (RN), Bananada (GO), GIG Rock III,IV,V e VI (RS) e Calango (MT). Foram também indicados como revelação ao Prêmio Açorianos de Música (RS) e ao VMB 2007, na Categoria Aposta MTV, com o clipe da música "Long Plays" (do primeiro disco Polaris,2006 http://www.youtube.com/watch?v=lsEEjyY6BAg), que teve uma excelente execução nas FMs do sul do Brasil. Entre as canções do novo álbum, destacam-se faixas como "Casa Abandonada", "Há Dez Anos Ou Mais" e as elogiadas pela Folha de S.Paulo "1996" e "Quarto das Armas".
Transitando com facilidade entre o rock britânico e o rock underground americano, a banda criou sua personalidade com ênfase nas melodias, nas letras e nos arranjos bem acabados. Em suas canções a Pública mostra a influencia roqueira que vai de Beatles a Smiths, passando por Stones, Bowie e Supergrass, especialmente nas melodias e na combinação de guitarras e piano. Circula pelo psicodelismo sessentista, música negra, e se completa nas bandas de Manchester dos 80 e 90.

A Pública tem um jeito bem próprio de fazer vídeo clipes. Foi assim desde o primeiro, quando uma criança protagonizava uma pequena história como pano de fundo.
Seu primeiro clipe do álbum novo, Como num Filme sem um Fim (Olelê Music - 2009). foi a Casa Abandonada uma produção impecável, caracteristica da Pública em seus clipes, que rendeu duas indicações para o VMB 2009. Como nos outros clipes da banda, este também traz o que já é uma das marcas registradas da banda: uma alegria tristonha, uma nostalgia esperançosa e sem rancores, uma pitada de comédia e vários personagens excêntricos.

Votem na Pública para que saiam de lá com o prêmio direto pra Sapiranga! Boa sorte Pública e até o Morrostock 2009.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Zé do Bêlo em um show pra lá de divertido.


Figurinha carimbada do popular Rock Gaúcho Zé do Bêlo é presença confirmada na noite clássica do rock Gaúcho e promete um show muito divertido acompanhado pela banda formada pelo King Jim (Sax) e Alemão da Vila (Percussão e bateria)

Zé do Bêlo é um tradutor do imaginário sulista, e por isso cultuado pelo underground gaúcho. Ele apresenta programa de rádio, foi garoto-propaganda da cerveja Polar, e candidato a vereador com a promessa de acabar com as baratas em Porto Alegre.
Em seu disco, Zé do Bêlo Salva!, o cara que carrega a vida numa mochila (e o violão a tiracolo) transita com maestria pelo samba, dá umas pedradas no reggae roots e no rock blues e não tem pudor de flertar com a música sertaneja.
A poesia de boteco nunca foi tão rockeira e ácida como nas canções de Zé do Bêlo.

"A música de Zé do Bêlo, profunda e escatológica, tem a ver com a série inaugurada por Lupicínio Rodrigues e continuada por Caco Velho e Raul Seixas. Com voz quebradiça e palavras incisivas, ele retrata o submundo de Porto Alegre, os imperativos do amor, o destempero e a religião. seu gênio maldito é prova de que o Sul não é uma caatinga cultural..." Luis Antonio Giron.
"Um Tom Waits do morro, um Forest Gump dos botecos da Avenida Osvaldo Aranha... Vital prestar atenção nas letras: são inteligentes e sarcásticas..." Marcelo Ferla

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Hibria - O Metal tem representante no Morrostock 2009


O fetsival Morrostock vai ter Metal este ano, depois de lançarem o novo álbum pelo mundo a fora será a vez de Sapiranga receber o Hibria lançando seu novo disco.
"The Skull Collectors" tem 9 músicas e trás o HIBRIA conectado com suas raízes mas com uma abordagem
mais contemporânea, resultando num álbum explosivo feito para energizar, do inicio ao fim, aos bangers
que o ouvirem. Em 2009 a banda iniciou a turnê mundial de divulgação do novo álbum, que até o momento
passou por Japão, Taiwan, Hong Kong, Coréia do Sul e Canadá, para então retornar ao Brasil para o
lançamento do CD em sua cidade natal, Porto Alegre (Acesse o Tour Report). A edição de Julho da Revista
Roadie Crew destacou o The Skull Collectors entre os 5 Cds mais vendidos do mês de Junho.
O CD foi lançado inicialmente no Japão pela Spiritual Beast / Universal Music no dia 12 de Dezembro. Em
2009 o álbum foi lançado na Europa pela Remedy Records e no Brasil pela Voice Music.
Os potentes vocais de Iuri Sanson foram levados a novos horizontes e foram realçados os complexos riffs e
arranjos desenvolvidos pelos guitarristas Abel Camargo e Diego Kasper, deixandoos “na cara” do ouvinte.
Bateria e baixo desenvolveram uma seção rítmica pesada e consistente para apoiar as melodias
desenvolvidas pelos demais músicos.
O novo trabalho contou novamente com produção dos músicos Diego Kasper e Marco Panichi.
O novo CD foi mixado e masterizado na Alemanha por Achim Köhler. Segundo a banda, os trabalhos
anteriores de Achim fizeram dele a pessoa certa para finalizar o novo CD do Hibria, que traz composições
com um direcionamento mais contemporâneo, pesado e agressivo.
As letras do álbum exploram o caminho traçado por um homem que alcança seu sonho de tornar-se um
piloto da força aérea, mas posteriormente, tomado por sua ganância e ambição, junta-se a uma
organização mercenária. Mais tarde, ele é acusado pela perda de um amigo em uma emboscada armada
por um grupo rival. Dominado pelo sentimento de vingança ele cai no caminho da autodestruição enquanto
vive confinado em um abrigo anti-aéreo com suas lembranças do passado.

O album anterior da banda foi o Defying the Rules trazendo o Heavy Metal com linhas melódicas dos anos
80, a velocidade dos 90 e a técnica dos 2000. Foi lançado no Brasil, EUA, Canadá, Europa Ocidental,
Rússia e Países Bálticos, Japão, Taiwan, Coréia do Sul, Malásia e Indonésia. No Japão o álbum foi o mais
vendido de sua categoria durante 6 semanas na cadeia de lojas HMV e foi votado entre os melhores do ano
pela critica e leitores da revista Burrn!. No Brasil a banda foi votada como Banda Revelação em 2005
segundo os leitores da revista Rock Brigade e nos ultimos 3 anos figurou entre as 10 melhores do Brasil
segundo os visitantes do site Whiplash.net.

sábado, 12 de setembro de 2009

Os Replicantes (Legendary Punk Rock From Porto Alegre)



OS REPLICANTES comemoram em 2009 os seus 25 anos. Considerada uma das mais importantes bandas do cenário alternativo brasileiro, prepara a gravação do seu nono álbum que deverá estar sendo lançado ainda este ano. As canções misturam punk rock, hardcore e suas vertentes nem um pouco “melódicas”.
Nos anos 80, OS REPLICANTES gravaram três álbuns pela gravadora BMG: Histórias de Sexo e Violência, O Futuro é Vortex – foi escolhido entre os 20 mais importantes álbuns do rock nacional/revista BIZZ - e Andróides Sonham com Guitarras Elétricas. Nos shows, OS REPLICANTES continuam apresentando os clássicos que entraram para a história do rock nacional como Surfista Calhorda, Nicotina e Festa Punk.
Nessas duas décadas, a banda esteve nos principais festivais nacionais, como o Abril Pro Rock (Recife), RecBeat (Recife), Minha Pátria, Minha Música (São Paulo) e tocou ao lado de grupos clássicos da cena mundial como Dead Kennedys e Buzzcocks. Com duas turnês européias 2003/2006, estiveram nos festivais Fuck North Pole (Tromso/Noruega) e Havenfest (Hamburgo/Alemanha).
Suas canções estão inseridas em filmes de longa-metragem como O Cerro do Jarau, Tolerância e na série Carandiru. OS REPLICANTES lançaram nestes 25 anos oito álbuns, uma fita de vídeo e dois DVD’s sendo um gravado na primeira tour européia que aconteceu em 2003.
Presença certa no Morrostock 2009, a banda pretende fazer um set repleto de boas canções e muito Punk RocK
A banda tem na sua formação Julia Barth nos vocais, Cláudio Heinz na guitarra, Heron Heinz no baixo e Cleber Andrade na bateria...


www.osreplicantes.com.br
www.myspace.com/osreplicantes.

Walverdes, É rock, direto, sem firulas e explosivo


WALVERDES
A Walverdes é uma das mais importantes bandas do rock nacional independente. Mais importante? Mas então como é que eles nunca tocaram nas grandes rádios nem foram no Faustão? Bom, porque desde 1993 os Walverdes vem trilhando o caminho da independência. Mas se isso significa não ter o apoio da grande mídia, também não impediu os Walverdes de construírem um nome e uma fiel audiência por todo o Brasil.
Já são 4 discos lançados: Walverdes – 1996 – (Barra Lúcifer Records), 90° - 1999 – (Monstro Discos), Anticontrole – 2001 (Monstro Discos) e Playback – 2005 (Mondo 77).
E o som? É rock, direto, sem firulas e explosivo, como atestam as influências: o rock de garagem dos anos 60 e 70, o punk, o grunge e tudo de bom que vem sendo feito desde que Elvis começou a chacoalhar. The Who, Black Sabbath, Nirvana, Mudhoney e Supergrass são alguns exemplos.
Em 2001, os Walverdes integraram parte de turnê dos californianos do Nebula, tocando com eles em Goiânia, São Paulo, São Carlos e Londrina.
Já abriram para os japoneses do Guitar Wolf, no Goiania Noise, e para os americanos do Nada Surf, em novembro de 2004, no Loud Festival, no Rio de Janeiro.
Também já tocaram na mesma noite dos Breeders, no primeiro Curitiba Pop Festival.
Em 2006, tocaram com o Supergrass, no Campari Rock, realizado em Atibaia, interior de São Paulo.
Atualmente, os Walverdes estão comemorando 15 anos de carreira e finalizando seu 5º disco, que deve ser lançando ainda neste ano. Enquanto a nova turnê não sai, a banda continua tocando pelo Brasil e vai estar em Sapiranga no festival Morrostock fazendo um show no volume máximo.
Walverdes é: Gustavo "Mini" Bittencourt (voz e guitarra), Marcos Rübenich (bateria) e Patrick Magalhães (baixo e voz). Participação especial: Julio Porto (guitarra - Ultramen)
http://www.myspace.com/walverdes

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

AMP de Recife (PE)


A primeira década deste novo milênio termina com uma crise de identidade na música de Pernambuco. Existe uma ansiedade em proporção nacional para que o novo saia mais uma vez desse estado, mesmo que não exista mais continuidade daquilo que começou na década de 90. Associar imagens e sons a região se transformou em uma tarefa ingrata, na medida em que referências vão se distanciando desse “caráter multicultural” que, forçosamente, está determinado a carimbar todos os passaportes do estado. Talvez, nessa ansiedade, tenhamos esquecidos que um dos aspectos do novo é de ser, antes de inédito, desafiador. E a Amp, formada por Capivara (guitarra e voz), Djalma (guitarra e voz), Dudu (baixo) e Crika (bateria) é a configuração musical mais desafiadora da estética local que surgiu nesse primeira década dos anos 2000. Sua música é a metáfora perfeita para aqueles filmes de ficção científica onde um monstro gigante devasta completamente uma cidade indefesa. Seus passos largos representam a velocidade em que o quarteto avança na maturidade da música que fazem. O disco de estréia, Pharmako Dinâmica, não é rock para guetos, mas sim para multidões. Sem cara de produto reprocessado, mas assim como esses, milimetricamente planejado para conquistar espaços maiores. Trabalho do produtor musical Iuri Freiberger, ferreiro do rock nacional que imprimiu sua marca em discos como o da banda goiana MQN. O grito grave do monstro é o baixo de Dudu, que faz pressão contra os ouvidos em cada nota, quase como um prenúncio apocalíptico. A parede sonora da Amp está toda em seu instrumento, que deixa inegável a referência que a banda tem ao Stoner Rock do Queens of the Stone Age. A metáfora encerra nos versos da própria banda que, quase ironicamente, descobre que ouvir suas músicas tem o mesmo efeito de presenciar essa invasão: “uma dose de adrenalina”. Lançado pela Monstro Discos, Pharmako Dinâmica é apenas uma cereja no bolo do talento da Amp. As poucas músicas que lançaram no MySpace já garantiam a eles o prestígio de uma das melhores bandas de rock da cidade. Antes mesmo do disco sair, apenas com a promessa de reunião de alguns do melhores músicos de rock da cidade, rendeu a eles convites para tocar em festivais como o Abril Pro Rock (PE), Bananada (GO), Porão do Rock (DF), Goiânia Noise (GO), DoSol (RN), Calango (MT) e outros do circuito independente.
Sem a pressão de re-inventar a roda que tanto encerra carreiras em Pernambuco, Amp se destaca com o básico. Sexo, drogas e rock, muito rock, em riffs e refrões divertidíssimos. Sabe aquelas noites mais loucas, onde o sol nasce ainda ao som de guitarras, com amizades reforçadas, novos amores surgidos e ocasionais desventuras no banheiro? Essa é a trilha sonora perfeita dessas noites. A música que toca quando, por um breve instante, fechamos os olhos e sentimos o mundo girar e a vida acontecer ao nosso redor. Pela primeira vez no Rio Grande do Sul a AMP promete para o festival Morrostock 2009 um show que será uma overdose de alegria.
http://www.myspace.com/amprockrecife

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Bebeco Garcia Trio


Bebeco Garcia Trio

Power Trio de rock e blues liderado por Bebeco Garcia , voz, guitarra e lap steel.
No roteiro dos shows, músicas de toda carreira de Bebeco, destaque aos álbuns - Me Chamam Curto Circuito (99); Bebeco Garcia & O Bando dos Ciganos Ao Vivo! (2001) e Confidencial (2003), e Rio Grande Rio Blues (2005) além das canções que consagraram Bebeco como um dos mais populares roqueiros do Brasil nos tempos do Garotos da Rua, como Eu Já Sei, Você É Tudo O Que Eu Quero, Tô De Saco Cheio, Sabe O Que Acontece Comigo E Meu Coração Não Suporta Mais.
Dono de técnica e "feeling" invejáveis Bebeco tem sido destaque na imprensa especializada (Guitar Player e Guitar Cover) como um dos grandes nomes do instrumento no Brasil e, sem dúvidas, um dos maiores guitarristas do sul do País.
Com ênfase em climas anos 70, a banda explora sonoramente os valvulados e visualmente a "classe do estilo Rock´n´roll" e promete um show inesquecível no Morrostock 2009.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mukeka Di Rato


Mukeka di Rato (ES)

Mukeka di Rato foi formado no inicio do ano de 1995 na cidade de Vila Velha / ES com o intuito de fazer hardcore rápido e em português. Mozine (baixo), Dudu (guitarra) e Brek (bateria) seriam o embrião formador da banda.

O nome foi escolhido após lerem uma reportagem em revista que narrava o drama de moradores de uma cidade de Pernambuco que estavam comendo ratos achados no lixo. Mukeka di Rato, com dois K, pra soar como as bandas finlandesas de crust que ouviam, e representando também o sarcasmo que seria uma peculiaridade nas letras e postura da banda ao passar do tempo.

Entra no vocal então Sandro e com essa formação é gravada a primeira demo tape “Sobrevivência” (agosto/95) com 6 musicas que abririam dezenas de portas pro Mukeka no cenário nacional da música independente naquele momento, com participação em diversos zines, alguns programas de rádios, etc.

Surge então uma nova gravação, mais 8 musicas, algumas seriam usadas num CD lançando em Portugal pela Fast’n’Loud e outras na coletânea HC Scene do selo Laboratoriun de Londrina. Após esse material a banda ainda participa de varias compilações em k7 e cd. Após esse pequeno período sai Dudu e Paulista assume as guitarras.

A banda dá uma guinada no som, deixando as musicas antigas mais cruas e com arranjos menos elaborados e as novas seguindo essa mesma linha que foi apelidado como “hardcore tosco” mesmo que a banda não fizesse tanta questão de usar esse rotulo, mas sem recusa-lo.

Em 97 é gravado o cd “Pasqualin na Terra do Xupa Kabra” pela RVC music, selo de Brasília, onde a banda se apresenta pela primeira vez também. O cd teve boa vendagem, atualmente se encontra na marca de 9 mil copias vendidas, sendo elas parte da reprensagem pela Läjä Records, selo criado por integrantes da banda para lançar o próprio material, que seria o cd “Gaiola” (99). Na época novamente o cd teve grande repercussão em todos aspectos, qualidade de gravação, musicas, letras e encarte inovador, chegando a atual marca de 10 mil copias prensadas também.

Com o “Gaiola” a banda começa a ter mais destaque internacional começando a manter contato e participar de compilações de gravadoras de grande importância pra musica hardcore em geral como a “Fast short and loud” da gravadora americana Slap a Ham onde participa com a musica “Mickey” e “Tomorrow will be worse” da também americana Sound Pollution, onde seriam usadas mais 3 musicas do gaiola, sem contar dezenas de coletâneas em cd como Blan na Finlândia, Australian/Brazilian hardcore na Austrália, k7 lançados nos EUA, Suécia, e 1 musica inédita (Musica sem Mensagem) gravada em 4 canais e editada num vinil 7” pela Human Strenght, também dos EUA.

Em 2001 Sandro abandona os vocais que são assumidos por Bebê que até então era roadie e já fazia backings vocals. Após um pequeno tempo de ensaios para adaptação das musicas antigas, a banda compões mais 14 musicas que estão registradas no novo cd “Acabar com Você” que na opinião de muitos é o melhor e mais maduro trabalho da banda, superando até então o “Gaiola” na gravação e quebrando o tabu da troca de vocalista.

O cd teve lançamento nos EUA pela gravadora Sound Pollution com distribuição mundial da Mordan Distro e no Japão pela MCR.

Antes de iniciar um novo disco, a banda gravou dois split internacionais. O primeiro foi um split 7" com a banda finlandesa Hero Dishonest, que foi lançado pelo selo americano 625 Thrash. Depois um Split CD e LP com os japoneses do Vivisick, que saiu novamente pela conceituada SOUND POLLUTION.

No mês de dezembro de 2004, foi pra rua o quarto album da banda, "Máquina de Fazer" via - Urubuz Records #022 o primeiro registro dos capixabas pelo selo carioca. Um trabalho mais agressivo, mais pesado e ainda mais brutal que os anteriores...Sim, o que parecia impossível, aconteceu.

Em 2006 mais uma notícia bombástica! Bebê por motivos pessoais e musicais sai da banda, mas a solução é melhor do que parece De volta aos vocais Sandro, o primeiro vocalista, coloca o MDR novamente com seu back line original!


Ainda em 2006 a banda assina contrato com a gravadora Deck Disc, e inicia a gravaçao do seu novo trabalho em março de 2007, com previsão de lançamento para junho/julho do mesmo ano, deixando toda cena hardcore e independente agitada e curiosa com o resultado que pode ser gerado da parceria de uma banda de hardcore extremo com uma "gravadora grande".

Durante esses quase 12 anos de banda centenas de shows foram realizados, varrendo o mapa de Fortaleza a Porto Alegre, tocando em varias casas conceituadas da musica independente no Brasil. A banda se prepara para divulgação do seu novo (???) Line up e embarca para o Japão dia 22 de Abril aonde fará tour de 11 shows, fato inédito a uam banda brasileira em terras japonesas (onde geralmente as bandas de fora fazem apenas 2 ou 3 shows). E junho e julho de 2007 fará um trabalho de divulgação nacional do novo disco e em agosto participa da versão brasileira da VANS TOUR. Agora é esperar para ver o Mukeka di Rato conquistando o mundo!

www.mukekadirato.com.br
www.fotolog.net/mukekadirato
www.myspace.com/mukekadirato

sábado, 5 de setembro de 2009

Morrostock 2009, bandas e informação.


Morrostock 2009.
9-12 de Outubro.

9/10 – Sexta Feira – 21 horas

Mukeka Di Rato (ES)
Os Replicantes (Poa)
Hibria (Poa)
Jersey Killer (ARG)
Ornitorincos (Santo Antônio da Patrulha)
Grosseria (POA)
UPO (POA)
Raise Your Head (Sapucaia)
CFC (Canoas)
Melancias Indigestas (Venâncio Aires)
Mayday (Canoas)
Gori (São Leopoldo)

10/10 – Sábado – 18 horas
Walverdes(POA)
AMP (PE)
Zé Trindade (MG)
Parachämas (SC)
Calvin (SC)
Canja Rave (POA)
The Raves ( Pelotas)
L.A.B (NH)
Sargento Malagueta (São Leopoldo)
Bandinha Di Dá Dó (POA)
Dinamite Joe (Campo Bom)
BiwalQ (São leo)
Tionecapreto (Sapiranga)
O Carabala (São leo)

11/10 – Domingo – 18 horas
Bebeco Garcia Trio
Frank Jorge e Banda
Frank Plato e Empresa Pimenta
Plato Divorak e os Exciters
Pública (Poa)
Zé do Belo (Taquara)
Âmago Elíptico (Poa)
Tarcisos Meira´s Band (Poa)
Valentinos (Poa)
Reverba Trio (Poa)
Suco Elétrico (Poa)
Táxi Free (Poa)
Clã Mcloud (Caçapava do Sul)
Gulivers (Poa)
Quarto Studio (Sapiranga)


12/10 – Segunda – 16 horas

Wander Wildner
Homem Livre (Sapiranga)
Tchê Moçada (Sapiranga)
Alexandre Oliveira (Sapiranga)

e mais:

Conjunto Bluegrass Porto-alegrense
MauroLauroPaulo - O Homem Banda
Cia Um Pé de Dois
Guitar Hero

Oficinas, debates, acampamento, bar aberto 24 horas, Vôo Livre...

Como Chegar:

O Bar do Morro fica na estrada do Carlão Nº 526, Amaral Ribeiro – Sapiranga – RS, em frente ao campo de pouso do Vôo Livre, no pé do Morro Ferra Braz.

Informações, mapa e vídeo de como chegar de carro no site:

www.bardomorro.com.br

De Trem: Trensurb (Poa até São Leo) - www.trensurb.com.br
Rodoviária São Leo: Fone -(51) 3592-1269 suporte@rodoviariadesaoleopoldo.com.br

De Ônibus: Citral (Diversos destinos até Sapiranga) - www.citral.tur.br/


Ingressos:
Passaporte: até 18/09 R$ 40,00, depois R$ R$ 50,00
Por dia: R$ 15,00, depois R$ 20,00
Na hora: por dia R$ 25,00 Passaporte (se sobrar) R$ 60,00

Na compra do passaporte camping incluso gratuito.

Camping por barraca: R$ 10,00

Passaportes limitados em 400 unidades.

Pontos de Venda Oficiais:

Back in Black: Porto Alegre – Shooping Total - Fone: 30187619
Back in Black: Canoas – Canoas Shooping - Fone: 30511463 (desconto especial para clientes Back in Black)
Hocus Pocus – Novo Hamburgo - Visconde de Taunay 78
Bit´s Games – Sapiranga - Pres. Kennedy 35
Bardomorro – Sapiranga - Estrada do Carlão 526


Pontos de venda extras:

Scorpions Tatto – São Leo - Lindolfo collor 435.
Belle Flores – Nova Hartz – Jacob Pilger 19
Com Carlos – Santa Cruz – Fone: 9735-6452
Com Samuel - Venâncio Aires – 99949779
San Remo Calçados – Esteio - Rua dos Ferroviários 40
Parati Discos – Sapucaia – Calçadão de Sapucaia

Ainda estamos buscando pontos de vendas que contemplem outras cidades e outras regiões do estado.

Outra cidades - informações e vendas pelo telefone: (51) 91488043, (51) 33923105