terça-feira, 13 de outubro de 2009

Saudações Morrostockianas!!!













Galeeera!!! Agradecemos de todo coração a todos que contribuíram para a realização desta terceira edição do festival! Equipe que rala 4 dias sem parar, bandas que participam e fazem o público respeitar cada vez mais o MorroStock, e principalmente todas as pessos que foram até Sapiranga fazer a história do rock gaúcho!!!
Até 2010!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Parachamas SKA de Blumenau pra embalar no Morrostock 2009



A Parachamas é uma banda de rock alternativo que tem como principais influências o "powerpop" e o "ska".

Surgida em maio de 2006, na cidade de Blumenau(SC), a banda se dedica as composições próprias, sem se preocupar muito com rótulos e estilos, sempre buscando mesclar o maior numero de (boas) influencias possível, desta forma a banda alcançou uma sonoridade “popular” e “agradável” sem perder o “peso” underground.

Criatividade nos arranjos, letras um tanto quanto despretensiosas, uma cozinha de metais, e muita energia no palco fez com que a banda atraísse os olhos da mídia para si, se tornando uma das referencias em rock independente de Santa Catarina.

No início de 2008 lançou seu primeiro trabalho de estúdio, o EP "BEM VINDO", que conta com cinco faixas. Atualmente o PARACHAMAS está divulgando o seu primeiro EP, e está em processo gravação do seu novo EP, que deve sair no inicio de 2010.

A Parachamas já dividiu palco com varias bandas de nível nacional como Moptop, Autoramas, Dead Fish e Tequila Baby. Também participou do 1º Floripa Noise Festival e com a Tour 2008 de lançamento do EP “Bem Vindo” fez mais de 30 shows, recebeu o prêmio de melhor CD Demo Nacional do Site Zona Punk, alem de uma excelente participação no programa Cachorro Grande Procura, um Reality Show da MTV Brasil.

Algumas influências do Parachamas são bandas como: The Skatalites, Might Might Bosstones, The Smiths, Nada Surf, Death Cab For Cutie, Midnight Juggernauts, Madeixas, Dead Kennedys, Mogwai, Sigur Rós, Libertines, Restos de Nada, Supergrass, Móveis Coloniais de Acajú, Joy Division, New Order, Constantinopla, etc.

Tio Neca de Sapiranga Para o Mundo


Fundada em 2007 na cidade de Sapiranga/RS, a Tio Neca tem a formação de banda clássica, com vocal, duas guitarras, baixo e bateria. Com as mais variadas influências, calcadas principalmente no indie rock e no grunge, a banda passou a compor material próprio. A Tio Neca mistura bases modernas e letras com uma certa melancolia grunge, dando cara própria a música. A banda tem feito vários shows pelo estado, tendo tocado em vários festivais como a Festa das Rosas, Festival de Maio, Kolonie Hartz Fest, Caravana Cultural de Canoas, entre outros. No momento a banda está em estúdio gravando o primeiro cd. A banda toca em casa e espera o apoio de todos os amigos pra afazer um grande show no Morrostock 2009 e alavancar para vôos ainda maiores.

A volta da Âmago Elíptico só para o Morrostock 2009


Âmago Elíptico banda lisérgica que está voltando a ativa somente para fazer o show do Morrostock 2009. Uma oportunidade única para voltar a ver a banda ao vivo e matar a saudade dos tempos de guri.
Formada por Bibiana Morena (voz e guitarra), Paulo Figura (guitarra e voz), Thiao Ritter “Teimoso” (baixo) e Mauro Bruzza (bateria). Banda de rock lisérgico, circense, psicodélico, mutcho loca, única, up up up. Profundis, subtropicalistana, pura e sincera em seu Âmago Elíptico.
http://tramavirtual.uol.com.br/artista.jsp?idp=755998

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Tarciso Meira´s Band Rock Bagaça


A Chinelagem levada às últimas consequências, sim!
Essa é a proposta da Tarcísio Meira´s Band, que apresenta o inovador estilo Chinelo Metal.
Caracterizada pelo deboche e falta de vergonha na cara, a Tarcísio Meira´s Band é composta por Marnei, Fabrício e Tetê (vocais), Luís Motta e Felipe (guitarras), Leandro (baixo) e Jesiel (bateria). E a história começou em agosto de 1993, sexta-feira 13, numa festa à fantasia!!! De lá pra cá, entre aventuras e desventuras, a Tarcísio Meira´s Band seguiu misturando Black Sabbath com Nei Mato-Grosso e Helloween com Trem da Alegria, fazendo versões demoníacas para Roberto Carlos, Amado Batista e Alípio Martins, entre outros. Sempre apresentando sons assombrosamente inusitados de nomes consagrados do cenário nacional, misturando clichês de Heavy Metal com mestres da música brega brasileira.

Taxi Free


Taxi Free
No estilo blues rock, a Taxi Free vem no formato "power trio", remetendo sempre a lembrança de Hendrix, Stevie Ray Vaughan, Cream e Johnny Winter. Recém completados 8 anos de estrada o grupo formado por Hermes Fontana na guitarra, Alexandre França no baixo, ambos vocais, e ainda Giovane Ouriques na bateria, levam o mais clássico rock, com uma pegada intensa de blues. Nos shows, canções do primeiro cd, o SELVAGEM (Bull Records 2005), e seletas e inéditas faixas que compõem o novo cd, ainda para ser lançado, mas já em força total nos shows. Para os fãs de clássicos, o trio ainda faz releituras de seus grandes expoentes, tais como, Clapton, Stones, e os já mencionados, Hendrix e Stevie Ray.
www.taxifreeoficial.com.br
www.myspace.com/taxifree

sábado, 3 de outubro de 2009

Falta 5 dias!

Suco Eléctrico - Beba do Suco


Oh, Yeah! Oh, No!
O jogo dos extremos do Suco Eléctrico.

Liquidifique-se ao som do novo single da banda sulista. "Oh Yeah!", "Você Não Mereceu" e "Não Vou Desligar" é o primeiro tira-gosto. Prove o jogo dos extremos. Uma mistura prazerosa de rock, literatura beatnik, psicodelia, atitude punk, MPB e música progressiva. Suco Eléctrico. Do It Yourself!

A cada esquina, surge uma surpresa. Faíscas. Formas dissonantes. Centelhas sonoras. Criado no inverno de 2000, em Porto Alegre, o projeto une a inquietação dos irmãos Rauen, a vocalista Dani, o baterista e vocalista Alexandre e o guitarrista Augusto, ao multiinstrumentista Cássio Cunha e o baixista Fernando Rodrigues. Está tudo em casa. Isto é que é delícia! Bossa nova metal.

Neste terreno fértil, já surgiram dezenas de composições. Sonoridade em mutação. Caldeirão. E desde 2004, a Suco Eléctrico grava as doze canções de seu primeiro álbum, ainda sem nome definido. O projeto traz a produção musical do compositor Marcelo Fruet, responsável pela sonoridade de bandas como Proveitosa Prática, Groove James, Subtropicais e outros artistas gaúchos.

Se de um lado, a banda carrega na mochila a lisergia, uma referência à contra-cultura, de outro, está o "new journalism". O nome da banda é livremente inspirado em um livro de Tom Wolfe, "O Teste do Ácido do Refresco Elétrico", editado pela Rocco no Brasil.
Não deixe entrar água na casa das máquinas! Contra as moléstias do corpo e da alma, o marasmo do cotidiano e a caretice do sistema, contamine-se pelo rock de oposição.

Beba do Suco!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

UPO Hardcore PUnk de Porto Alegre


A banda Unidos Pelo Ódio surgiu por volta de 1993 em Porto Alegre, RS, desde então esteve envolvida ativamente na cena hardcore/punk da região, tendo feito centenas de shows por todo o estado, sempre marcados pela agressividade sonora de um pesado hardcore e punk rock carregado de muito ódio representado pelas fortes letras de cunho político-social. Durante todo este período a banda passou por muitas mudanças em sua formação, o então baterista Kruger assumiu os vocais na metade dos anos 90 e com ele a banda segue até hoje. No ano de 2001 a banda se solidificou em uma formação coesa e estável, além desta ser sua formação atual, possivelmente será sua formação definitiva.
Durante os anos 90 a banda lançou de forma totalmente independente e faça-você-mesmo duas fitas demo as quais são artigos raros atualmente. Depois de muitos anos, muita experiência adquirida, muitos desafios vencidos, a banda conseguiu preparar 21 músicas para gravar seu primeiro CD "Renascendo das Cinzas", lançado no final do ano de 2005 pelo selo Terrotten Records. Neste CD constam, principalmente, músicas que acompanham a banda desde seu início como "Guerra da Sobrevivência", "Podre Nação", "Ódio pelo Sistema", "Anti-nazi", "Inferno no Subúrbio" entre outras, ainda compuseram novas músicas para este trabalho como por exemplo "Refugiados da Guerra" , "Prontos pra Vencer", Sem Chance", "Hino dos Explorados", "Dias de Glória" entre outras.
Atualmente a banda está preparando novas músicas para voltar ao estúdio e gravar o segundo CD, que incluirá também alguns clássicos como "Manchados de Sangue", "Estado de Caos", "Crueldades" e "Ódio de Você", omitidos do primeiro álbum.
A UPO vai encerrar a noitada pesado do Morrostock 2009 com seu bom show de clássicos HC Punk até o dia clarear.

Reverba Trio - Surf Rock Brasileiro - A Música Instrumental Presente no Morrostock 2009


Formado em 2007, Reverba Trio executa temas instrumentais inspirados no Surf Music, Rock, Rhytm’n’blues e Soul. O grupo usa também elementos de música árabe, mexicana e italiana. Os temas executados remetem a trilhas sonoras de filmes B, clássicos do Western e de ficção científica.
As composições são do guitarrista Julio Cascaes (Júpiter Maçã, ex-Anos Blues). Em 2006, lançou um CD demo solo intitulado Reverba, somente com temas instrumentais.
A música Onde estará Wander foi usada no curta-metragem O Caso do Cantor Desaparecido (Direção: Rafael Rodrigues), no DVD Os Replicantes 2.0.0.7 e em trilhas de aberturas de programas da Ipanema FM. Júpiter Maçã compôs uma canção intitulada Gregorian Fish sobre a base da música O Tintureiro. No ano seguinte o guitarrista formou o Reverba Trio para levar ao palco suas composições e a disco de estréia.

Zé Trindade - Representa Minas Gerais no Festival


ZÉ TRIND▲DE é um trio de amigos que mesclam o clássico rock and roll com ritmos e harmonias brasileiras, sobretudo com as raízes mineiras da banda. Formada em junho de 2004 por Danilo Marques (guitarra, viola caipira e voz), Felipe Freitas (baixo, gaita, flauta e segunda voz) e Marco Túlio Marquezini (bateria e segunda voz), a banda tem na bagagem um CD (2007), um DVD gravado ao vivo (2008) e se prepara para gravar o segundo disco, ainda em 2009. Além disso, carregam a experiência de diversas apresentações em pubs e casas renomadas da capital mineira, paulista e fluminense e em diversos festivais pelo país. O destaque está na originalidadede suas composições e versatilidade dos musicistas. São três caras fazendo som de cinco!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Melancias Indigestas Punk Rock de Venâncio Aires


"Desde 1999 realizando shows, a banda Melancias Indigestas aposta no punk rock simples, veloz e agressivo. Influenciado por bandas como Ramones, Blind Pigs, Holly Tree e Expulsados, o trio gaúcho vem trilhando seu caminho com muita seriedade e competência na cena underground do estado, priorizando, desde o início, as composições próprias. Formada por Minga (vocal e baixo), Lopez (guitarra) e Muca (bateria) a banda continua trabalhando na divulgação do seu terceiro CD - Pane Mundial (2007). Completam a discografia: “Punk Rock” (2001) e “Diga que Avisei” (2005). “Melancias Indigestas é um prato cheio para os amantes do cada vez mais extinto, punk rock simples e fiel”.

Mayday, Skate Hardcore de Canoas


Banda de hardcore melódico formada no inicio de 2007 na cidade de Canoas, Mayday é o nome de uma manobra criada por Omar Hassan e uma expressão perfeita para expor o sentimento dos membros da banda. Em meio a uma onda de bandas com o mesmo estilo e dispostas a falar de amor, quatro amigos envolvidos a essas bandas sentiram a falta de falar sobre o que viam e os incomodava, a falta de amor entre os humanos, tão visível em qual fosse o lugar para que olhassem, assim Murilo, Everton, Patrick e Juliano formaram a Mayday, onde despejaram todas suas idéias e influências para chegar ao som que fazem . Atualmente em processo de gravação do 1º EP do quarteto que tem como objetivo terminá-lo até o fim de 2009

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Plato Divorak e os Exciters - Que Safadeza!


Plato Divorak figurinha carimbada do Rock Gaúcho, dispensa comentários. Ele estará com sua banda solo Os Exciters e junto com Frank jorge em dois shows emocionantes do Morrostock 2009

Plato Divorak e Os Exciters

Já fomos Clepsidra. Hoje somos Plato Divorak & Os Exciters. Deste trampolim saltaremos para o nosso primeiro disco, repleto de sonhos e delírios do imaginário. Estamos com nova formação e prontos para decolar em shows e eventos por todo o sistema solar.O nosso disco de estréia, com trabalho gráfico de Diego Medina, será lançado em 2009 pela Pisces Records de Bauru. Plato e sua trupe já preparam novas canções para um futuro lançamento.
the sound: a explosão musical do rock pop sixtie e afins sugerida por um vasto leque de instrumentações, incluindo flauta, órgão, metais, cravo e até instrumentos criados por Plato e sua trupe. É ir só ir no festival e ver pra crer.

terça-feira, 29 de setembro de 2009

L.A.B. – Less A Bullshit


L.A.B. – Less A Bullshit

Quanto tempo é preciso uma banda existir para chegar a um nível de entrosamento razoável? Uma temporada completa de shows? A gravação e lançamento de dois ou três discos? Bem, aí depende da banda.
No caso do L.A.B., parece que ela já nasceu pronta, no verão de 2009.
(Marcos Bragatto, no site Rock em Geral)
Sob a alcunha de L.A.B. – Less a Bullshit –, a recém-formada banda de Novo Hamburgo traz à tona um elaborado senso de psicodelia eletrônica futurista. Psicodelia porque cada um dos sons é longo, viajante e de extrema repetição. Eletrônica porque as melodias partem do sintético, embora cobertos por muita distorção de guitarra. Futurista porque soa o exato oposto de qualquer banda revisionista. E por mais perigoso que seja o termo, a banda faz algo efetivamente moderno, sem parecer “pra frentex”. Com letras em português, sempre em tom de melancolia disfuncional, elas são mesmo menos que uma bobagem. (Leandro Vignoli, Revista Void)
O L.A.B. é da linhagem de bandas como New Order, Eurythmics e Depeche Mode, entre outras, que usam a eletrônica a favor do rock. O som é, de fato, moderno. Sem ser moderninho.
O L.A.B. é uma banda de rock de verdade que sabe muito bem dosar eletrônico e orgânico.
E eles aconselham: “ao ouvir, feche os olhos quando sentir vontade. Nós também fechamos”. Olhos e ouvidos abertos, isto sim.
(Marcos Bragatto, no site Rock em Geral)

Um dos maiores desafios das novas bandas é fugir dos rótulos. Apesar das influências musicais estarem presentes, ninguém gosta de ser taxado como uma banda que “parece com Beatles, com Franz Ferdinand...” E é nesta busca por uma sonoridade única que a recém formada L.A.B. aparece trazendo a subjetividade nas programações eletrônicas e nas letras, tornando as composições ricas e densas... A ousadia de compor em português e misturar indie rock com electro surpreende os ouvidos mais exigentes. (Gabriela Tellini, jornalista e produtora)
A banda faz uma espécie de synth-space-pop viajandão que nos melhores momentos soa perfeitamente cafona, classudo e moderno, ao mesmo tempo.
As influências vão do post-rock ao hippiesmo oportunista e esperto do MGMT.
(Claudio Szynkier, no Trama Virtual)

Embora pouco dançante, é altamente viajante. Os bops e blips alternados por acordes, riffs e batidas são criações de Dan Schneider (vocal, baixo, guitarra, synths e programações), Fê Fischer (guitarra, baixo, synths e vocal) e Moa Jnr (bateria, percussão e vocal), que se juntaram para formar esse não-assumido _ pelo menos no nome _ laboratório de sons. E nele o trio se divertiu ousando, coisa rara e muito bem vinda. (Gustavo Brigatti, Jornal Zero Hora)

A banda esteve pela primeira vez em São Paulo em agosto para uma série de shows, que foram descritos por Gabriela Munin, da Tronco Produções, como “uma série incrível de 4 shows em São Paulo.” Além disso, a Tronco Produções no dia seguinte, em post no Twitter afirmou que “todo mundo deveria ouvir o L.A.B. (@labrocklab), uma das bandas mais legais que já fez show com a gente.”

Em outubro, termina a gravação e mixagem de seu segundo EP, ainda sem nome que estará apresentando em primeira mão no festival Morrostock 2009.

Gulivers


Gulivers

Gulivers é uma banda que já havia nascido para o rock porto-alegrense no início de 2005, com o nome de Columbia. Como este nome a banda fez vários shows no cenário roqueiro da Capital gaúcha, tocando em lugares clássicos como o Garagem Hermética, Opinião, Dr.Jekyll, Guanabara, etc... junto a bandas que iam gerando uma nova safra do rock, que hoje chegam, aos poucos, em sua maturidade no fértil solo gaúcho. A banda, também fruto dessa boa colheita, mudou de nome, ao passo que foi acrescentando novas referências sonoras ao seu estilo britrock da época. Em Agosto de 2007, lançaram oficialmente seu primeiro single (Esse Seu Jeito – Quem Tem Razão?), oficializando o novo nome, Gulivers.

E foi também no inverno de 2007 que a banda iniciou as gravações de seu primeiro clipe, da música ‘Quem Tem Razão?’. Este foi gravado pela Baxada Nacional, e lançado em dezembro deste mesmo ano, numa grande festa com ampla divulgação na imprensa gaúcha. O clipe abriu muitas portas para a banda que agora, com suas imagens registradas, passou a ter muito espaço na televisão (em programas como Papo Clipe, Radar), jornais (como Zero Hora, Correio do Povo, Jornal NH) e nas rádios, passando o ano seguinte envolvida com muitos shows, mas com a difícil tarefa de conciliar seu tempo na gravação das demais músicas de seu primeiro disco. Nesta época, em entrevista ao programa Radar, a musicalidade da banda foi descrita pelo jornalista e apresentador Leo Felipe como “algo entre o britpop e a cena atual nova-iorquina”.

Atualmente a banda tem em seu currículo participação nos maiores festivais da cena-rock do sul do Brasil, como o GIG Rock (Porto Alegre-RS) e Grito Rock (Criciúma-SC), além de ter tocado em diversas cidades do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e nas principais casas de rock da capital.
Em 2008 iniciou-se a gravação do disco de estréia, produzido pelo renomado produtor musical Ray-Z (ex-RPM, Júpiter Maçã, Tom Bloch). As gravações duraram cerca de 1 ano, tempo necessário para que a perfeita sonoridade musical da banda fosse atingida e para que os melhores timbres e vocais fossem tirados.
"Em Boas Mãos" - disco de estréia com lançamento previsto para outubro - certamente virá para inovar o indie-rock nacional, apostando na musicalidade moderna, com "refrões grudentos e arranjos dançantes, buscando inspiração no britpop do Oasis e na excitação do Arctic Monkeys", conforme o jornalista Paulo Germano, da Zero Hora.
O single de estréia do disco já está disponível no site www.myspace.com/guliversrock, com isto já dá para ter uma pequena - mas grande - amostra do que os Gulivers estão preparando!A banda é formada por Cristiano Bauce ( Guitarra, voz ) Rodrigo Quintana ( Guitarra ) , Thiago Peduzzi ( Baixo , Voz ) e Silas Blehm ( Bateria ).

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Gory Metal Extremo que vai abrir o Morrostock 2009

Formada em 2005, com o propósito de mesclar diversas vertentes do Death Metal e da música extrema em geral, a Gory vem fazendo algo que soe brutal e agressivo mas sem perder a musicalidade, buscando sempre originalidade em suas músicas. Nas letras a tematica gore é a mais predominante, mas não sendo o único tema abordado.

Em 2006 lança sua primeira demo intitulada 'Vômito Neural', onde participam de algumas coletânias no Brasil com as músicas gravadas. No final de 2008 entra em estúdio para gravar seu primeiro debut álbum com previsão de lançamento para o final de 2009.

Ao longo desses quase 5 anos, a banda já tocou em diversos festivais importantes do RS. Em sua formação já passaram diversos músicos, mas sempre foi mantida a base que iniciou a banda, e agora se estabelece como quinteto. Sendo Rodrigo 'Pedroso' (vocal), Bruno (guitarra/vocal), Gabriel (guitarra), Guga (baixo) e Eliézer(bateria).

http://www.myspace.com/goryband

Dinamite Joe


Jorge Flores (voz, teclado e violão), Alexandre ( guitarra, harmônica, saxofone e vocais), Nei Tomazi( guitarra e violão), Alles (bateria) e Jô (baixo e vocais). Cinco caras com muita competência e experiência formam a DINAMITE JOE.
Formada em 2003 a banda vem se destacando em todo o Brasil, misturando várias influências musicais em um só som.
O intuito é: fazer um som empolgante, com letras que dão na veia de quem ouve além de um desempenho no palco que revela muita energia e alto astral.
Neste ano lançando seu segundo álbum chamado “Na Estrada”. Podemos acompanhar este trabalho em várias TVs (TVCOM, UCS TV, TVE, TV câmara, TV Feevale), em mais de uma centena de rádios e no mês de março no programa ASTROS do SBT em rede nacional.
Em sua trajetória de shows, a banda já dividiu o palco com grandes nomes da música como: TNT, CPM22, Comunidade Nin-jitsu, Nenhum de Nós, Maria do Relento, Acústicos e Valvulados, Rosa Tattooada, NX Zero........
Com sua pegada de palco e muito carisma, a DINAMITE JOE tem feito seus públicos dançar e vibrar em todos os shows.

www.dinamitejoe.com.br http://www.myspace.com/dinamitejoe

Clã McLoud Rock com pegada, pressão e consciência


Rock and Roll, de qualidade, autêntico e cantado no bom e velho vernáculo é possível nos dias de hoje?
Sim, é possível!
A TIMBRENOISE orgulhosamente apresenta CLÃ MCLOUD.
A banda, ou melhor, a família gaúcha que está na estrada desde 2001, é formada por Alessandro Torres (Sentinela) – voz, guitarra e violão, Wagner de Negri (Pilão) – guitarra, Uesti Papée – baixo e Maykel Rodrigues (Bactéria) – bateria e percussão.
O som do quarteto impressiona por dois aspectos:
O primeiro é a sintonia que rola entre os integrantes, basta ver que o trabalho atual A PORTA DA ALMA “foi totalmente gravado, mixado e produzido pela banda na cidade de Ivoti - RS na casa de um dos integrantes” (na palavra da rapaziada da banda). Baixo custo, porém de qualidade incontestável, os músicos compensaram a simplicidade da produção com canções muito equilibradas e marcantes.
O segundo aspecto é a familiaridade que as músicas do CLÃ passam. É aquela prazerosa sensação de “déjà vu”, que só as bandas que tendem a entrar para a história como Clássicas conseguem despertar nos apreciadores do Rock and Roll.
O peso e a pegada da guitarra, os vocais carregados de emoção, as letras contundentes e o baixo em harmonia com a bateria são as garantias de bons momentos curtindo o som de CLÃ MCLOUD que estará presente no Morrostock 2009.

Clã Mcloud “Rock com pegada, pressão e consciência

WWW.MYSPACE.COM/CLAMCLOUD

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

BiwalQ Uma Promessa vinda de São Leo


Se formos considerar os primeiros passos da BiwalQ teremos que voltar para meados de 2004, quando o baterista Bruno Santa Rosa e o contrabaixista Rodrigo Schmitt se conheceram nos ensaios da primeira banda em que tocaram juntos.
Após alguns inícios de bandas que não se concretizavam, tentativas de formações que não encaixavam, os dois acabaram por iniciar algumas "jam sessions" no final de 2008 apenas com contrabaixo e bateria. Iniciavam-se alguns esboços de composições que já não toleravam mais a falta de um terceiro instrumento. O resultado de um convite para uma jam sem pretenções foi o suficiente para o guitarrista Matheus Guimaraes, amigo de infância do Bruno, juntar-se ao - agora - trio, e logo assumir os vocais.

Mesmo com todos "nascidos no berço do rock", os primeiros ensaios já demonstraram o resultado estilizado pelas influências diversas entre os membros. Com muitas idéias e material para trabalhar, a proposta estabelecida então foi muito simples: fazer música. A sonoridade final do trio resulta da mistura dessas influências, passando por elementos desde o groove do funk, a abstração do jazz, a despreocupação do rock, e até o peso do heavy metal. Pode-se esperar ouvir desde os refrões mais grudentos, até duetos técnicos em músicas instrumentais, procurando sempre trazer as sensações mais diversas sem perder a batida.

No início de 2009 a banda fez suas primeiras apresentações e gravou a demo intitulada ***** (Cinco Asteriscos), contando com quatro faixas produzidas e mixadas pelo próprio grupo. A agenda começou a se formar e a banda fez desde shows beneficientes para arrecadações de agasalhos e alimentos, até participação de eventos sociais como a Semana do Meio Ambiente, e clássico São Leopoldo Fest.

Em meio ao modismo e industrialização da cena musical vigente, a BiwalQ tem como objetivo fazer um som concreto e ao mesmo tempo inusitado, diferenciado pela fusão dos estilos mais abrangentes possíveis.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Bandinha Di Dá Dó - It´s a Clown Music no Morro.


Bandinha Di Dá Dó é a performática banda dos palhaços Cotoco, Teimoso Teimosia, Horizonte e Zé Docinho. Surgiu nos palcos da cidade de Porto Alegre em 2005 e é formada pelos músicos Mauro Bruzza (acordeom e vocal), Ed Lannes (guitarra), Thiago Ritter (baixo) e Paulo Zé Barcellos (bateria), todos artistas de currículo em trilhas sonoras para teatro, circo e apresentações em diversas cidades do RS, Brasil e mundo. Vestidos nos seus figurinos e tendo na linha de frente o Palhaço Cotoco (Mauro Bruzza), a banda tem um repertório só com músicas próprias e dançantes.

Em 2009, a Bandinha realizou entre os meses de janeiro e fevereiro, 46 shows nos estados do PR, SC, SP, RJ e ES, tocando em bares, casas, calçadões e também em festivais como o Grito de Carnaval de Curitiba e o Psicodália, em São Martinho / SC.

Em sua trajetória estão os palcos do SESC RS, Festivais Gig Rock, MorroStock, Macondo Circus, Palco Giratório Sesc, 4ª Semana do Palhaço (Belo Horizonte), Feira do Livro de Porto Alegre e festas institucionais ou particulares. Dividiu o palco com Wander Wildner no Teatro Bar Opinião e integrou o projeto Imagem e Comprador RS – Música para Exportação, ficando entre as 4 bandas favoritas dos produtores internacionais.

“Uma bem humorada mistura de rock e ritmos tradicionais, a Bandinha Di Dá Dó contagia o público com sua música, apresentando uma nova experiênica sonora e visual. It´s clown music!”

A Bandinha prepara para o Morrostock um show víceral que certamente vai colocar todo mundo pra dançar e se escabelar.

www.myspace.com/bandinhadidado

CFC de Canoas, 18 anos de estrada alternativa.


CFC
Provavelmente a banda alternativa a mais tempo na ativa na cidade de Canoas, o CFC que teve início em 1991, completa 18 anos de atividades ininterruptadas esse ano. Seu estilo CROSSOVER mistura punk rock com metal em letras fortes que falam de assuntos variados como mensagens de estímulo a defesa dos seus ideais, passando por críticas a padrões e comportamentos da sociedade até devaneios da mente humana . Fez parte da coletânea lançada pelo lendário bar GARAGEM HERMÉTICA de POA em 2000. CFC integra o movimento B.I.L que depois se tornaria um coletivo desde seu ano inicial em 2005 e participou das 3 coletâneas já lançadas pelo B.I.L (2006/2007/2009). A primeira fita demo é de 1993 que seria seguida de outras nos anos seguintes e conta com quase a mesma formação atual da banda com única exceção do batera. JR nas guitarras, GABAS no baixo, JOKA na batera e RENATO no vocal. Ainda para constar, 3 integrantes do CFC juntamente com mais 2 amigos de outras bandas formaram a SUBLIMINAL PROJECT, tributo a lendária banda californiana SUICIDAL TENDENCIES, projeto único no Brasil. Atualmente o CFC banda prepara-se para o lançamento de um novo trabalho.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Valentinos - Amor, Ódio, Ressaca e Juventude


Valentinos
A banda estava fora da edição de 2009 mas com a impossibilidade dos Efervecentes tocarem veio a escalação da Valentinos para o festival, o que de forma nenhuma é uma perda e sim um ganho. Valentinos é uma banda nova mas com uma história forte e bem planejada e com certeza fará um grande show no Morrostock 2009.

Amor, ódio, ressaca e juventude. Baixo, guitarras, piano e bateria. Valentinos, do latim, valoroso, forte, valente. A palavra serviu de inspiração para quatro jovens roqueiros de Porto Alegre. Valentinos é uma banda que faz rock. Formada no início de 2008, alcançou em um curto período, o respaldo de quem já a ouviu. O primeiro EP foi gravado em abril e atingiu milhares de downloads em poucas semanas. A banda destaca-se nos shows por sua personalidade, estética e pela pulsação transmitidas em suas canções, tornando as suas lindas melodias e a energia os pontos fortes de suas apresentações. Por estes e outros motivos, os Valentinos são uma das grandes promessas do rock gaúcho, atingindo uma respeitosa posição entre outras bandas e o público em geral, rapidamente conquistando novos fãs e mostrando que isso, é só o começo.

http://www.myspace.com/valentinosrock

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Sargento Malagueta vai estar lançando trabalho novo no Morrostock 2009.


Os roqueiros da Sargento Malagueta encaram o planejamento de sua carreira com um desafio; o desafio de fazer uma música genuína e digerível, pop e original, inteligente e descontraída. Uma música antenada com seu tempo, que desperte interesse por ser diferente, mas que mantenha referências básicas como uma bela melodia e um ritmo dançante. E o principal, uma música com a qual as pessoas se identifiquem, que tenha longo alcance e com poder de fogo suficiente para abater a mediocridade.

As influências são “Old School”; Com uma pegada muito Rock n’ Roll e a clássica sonoridade “crua” de power-trio, a Sargento Malagueta toma de assalto a energia do funk e do soul, a elegância dos mestres do jazz e o apelo do pop moderno e mistura tudo com a descontração e o prazer que têm em tocar juntos, transformando a música em uma grande brincadeira quando estão em cima do palco.
O ano de 2009 vem sendo muito produtivo para a Sargento Malagueta. No começo de Junho, a banda lançou seu primeiro EP, com 4 músicas, e foi uma das 8 bandas selecionadas para participar do festival internacional Coca-Cola P.A.R.C. A partir daí a banda ganhou espaços na mídia regional e nacional, sendo citada como uma das promessas do novo rock feito no Rio Grande do Sul. “A marcação quase tribal da cozinha composta pela bateria do Leandro Benites e do baixo do Diogo Tobolski chega a ser obscena. Tá ouvindo? Então para e volta pro começo. Sentiu o ar ficar denso, enfumaçado de um clube de jazz da Chicago dos anos 40, para logo em seguida as luzes acenderem vermelhas e um perfume doce insuspeito tomar o ambiente? Essa última parte é cortesia da guitarra do Fredi Bessa”, relata o jornalista Gustavo Brigatti da Zero Hora.

domingo, 20 de setembro de 2009

The Raves representa a cena roqueira de Pelotas no Morrostock 2009


THE RAVES

The Raves é uma banda gaúcha de rock’n’roll formada em 2004 na cidade de Pelotas. A banda tem como influências o Brit Pop, Folk Rock, Indie Rock e Rock´n´Roll dos anos sessenta. As músicas e o visual da banda remetem principalmente ao Rock Britânico, como The Beatles, Oasis, Supergrass e bandas como Weezer e Teenage Fanclub.
A banda é composta por quatro integrantes: Joaquim Mota (baixo e vocal), Guilherme Castilhos (guitarra e vocal), Matheus Costa (guitarra e vocal) e César Gularte (bateria) - todos na faixa dos dezenove anos de idade.
Em 2006 apresenta seu primeiro EP intitulado "The Beginning or The End". Esse EP foi lançado no site Trama Virtual ganhando destaque nacional e sendo muito elogiado pela qualidade do trabalho com tão pouca idade. O mesmo EP seria destaque nacional também nos sites Palcomp3 e Rockwave.
Em 2007, deu inicio as gravações de seu primeiro CD “The Invisible Sights of a Newplace” que foi lançado em 2008. O primeiro CD foi produzido e distribuído de forma totalmente independente. As músicas foram compostas entre 2005 e 2006, mostrando como a banda era na época.
Em 2008 a banda começou com diversas apresentações no cenário local, tocando com varias bandas da cidade e bandas de outras cidades, como Vera Loca e Cartolas, consolidando seu público no circuito independente.
O ano de 2009 vem sendo bastante produtivo para a The Raves, tocando com bandas como Pública, Fruet & os Cozinheiros e Pata de Elefante, recendo criticas positivas desses shows. Em março, fizeram um show de duas horas para mais de 3.000 pessoas nas ruas de Pelotas. Em maio, selecionados entre mais 300 bandas do estado, para participar do Festival Coca-Cola Parc e do Band Coaching – como uma das oito bandas mais promissoras do rock gaúcho.
Na primeira etapa do concurso, a banda foi para Porto Alegre onde passou dois dias, sendo produzida por dois grandes nomes do rock gaúcho: Marcelo Birck (ex-Graforréia Xilarmônica) e Marcelo Gross (Cachorro Grande) que elogiaram muito as músicas. Segundo Marcelo Gross “Se depender dessa Gurizada, a nova geração do Rock gaúcho está salvo!!” Os produtores fizeram criticas valiosas a banda, durante sua apresentação no Band Coching - durante as gravações para a rede MTV, que posteriormente será apresentado no formato de um reality show. Na segunda etapa a banda tocou no festival Coca-Cola Parc em Porto Alegre junto com outras bandas como Cachorro Grande, Pitty, Fresno e The View (Escócia).
Devido às conquistas em 2009, a banda tem se destacado na imprensa, com matérias nos jornais Zero Hora e Diário Popular, nas revistas Noite e Cia e Trilhas, na televisão (Jornal do Almoço da RBS e Programa Radar da TVE em Porto Alegre) e com as músicas tocando em rádios como Atlântida, Rádio COM e algumas rádios independentes do RS.
Após alguns shows fora de Pelotas, como no Macondo Lugar em Santa Maria em julho, um dos lugares mais reconhecidos do rock independente nacional, a banda se prepara para alguns shows no RS como no grande festival MorroStock e um show com a banda Bidê ou Balde em Pelotas. Em breve a banda entrará em estúdio para gravação do seu novo EP que pretende ser lançado ainda este ano. Este novo trabalho é uma forma da banda apresentar ao público novas músicas que refletem o momento criativo atual e também como pré-produção do seu segundo disco, idealizado para ser produzido e lançado no próximo ano.

www.myspace.com/theravesrock

Canja Rave, Duo Rock Guitarra e Batera.


- CANJA RAVE –
O Canja Rave iniciou sua trajetória no final de 2005 e é um “duo-rock” formado por Paula Nozzari (ex-De Falla, Cidadão Quem, Penélope) na bateria e voz e Chris Kochenborger (ex-Jimi James, Leela) na guitarra e voz.
O CD de estréia foi lançado em julho de 2008 - “Da Canja à Rave” - com 11 canções inéditas de Paula e Chris. A produção é uma parceria entre a própria dupla roqueira, Duca Leindecker e Leandro Schirmer.
Em julho desse mesmo ano, fez a primeira turnê internacional! Doze shows pelos Estados Unidos de costa a costa do país.
O Canja Rave tem feito shows em capitais do Brasil e participado de festivais importantes da música independente: o Rec Beat (Recife - PE), o Demo Sul (Londrina - PR) e o Gig Rock (Porto Alegre – RS).
Em março de 2009, representou o Brasil com o apoio do Ministério da Cultura no Festival South by Southwest (SXSW) em Austin, Texas ao lado de bandas do mundo inteiro.
Em maio de 2009, entre as 400 bandas que participaram do Festival Liverpool Sound City em Liverpool, Inglaterra, o Canja Rave foi o único representante do Brasil. Tiveram o apoio da Secretaria Municipal de Cultura de Porto Alegre e da BM&A. Além do festival, tocou também em Londres.
Completando quatro turnês internacionais em apenas um ano, em julho de 2009, a dupla representou o Brasil no DFEST em Tulsa, Oklahoma (Estados Unidos). O festival reuniu um público de 60 mil pessoas e os headliners foram The Black Crowes, Cake e Gogol Bordello.
Ainda fizeram mais dez shows e gravaram o segundo álbum com o lendário JIM DIAMOND - produtor dos dois primeiros discos do White Stripes, dono do selo Guetto Recorders - em Detroit, Michigan.
A música “AQUI AGORA” atualmente está tocando na Rádio WMSC 90,3 FM de New York/NY e na KPFT Studio 90.1 FM em Houston/Texas – USA.

Depois de rodarem por muitos festivais mundo a fora chegou a vez de Sapiranga receber a banda que fará um show empolgante no festival Morrostock 2009.

http://www.myspace.com/canjaraveoficial
http://www.canjarave.com

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Clássico: Frank Jorge volta ao festival agora com o projeto solo


Depois da participação no primeiro Morrostock em 2007 com a Graforréia Xilarmônica, o músico volta na edição de 2009 com sua carreira solo.

Frank Jorge Volume 3 é mais uma boa safra de canções colhidas pelo pândego compositor e multi-instrumentista gaúcho no campo e lavoura da existência durante os cinco anos que separam este seu novo disco do precedente Vida de Verdade. Praticidade e concisão são palavras chave no novo trabalho de Frank Jorge, mais de 20 anos dedicados ao rock. Qual um Paul McCartney redivivo, ele toca praticamente todos os instrumentos desse Volume 3, deixando baterias e percussões a cargo de Iuri Freiberger, co-produtor do disco junto com Rafael Ramos. As influências jovemguardianas/beatlemaníacas/sessentistas se espalham pelo disco como um todo.

Da arte da capa retrô-futurista que nos deixa vislumbrar um Frank Jorge transmutado em George Jetson à enxutez das 12 canções – como num bom disco do Roberto ou dos Beatles – que raramente ultrapassam os 3 minutos dos clássicos singles dos anos 60, Volume 3 exibe um Frank Jorge capaz de lapidar canções que ao mesmo tempo em que mesclam influências musicais das mais variadas, abordam liricamente, temas como a maldita mania da “melhor banda do mundo essa semana” até uma insólita canção em que Frank lamenta ter demitido um amigo. Os antológicos órgãos Hammond salpicados por Frank pelas faixas desse Volume 3 são reminiscentes dos 60 mas estão mais para uma releitura à la Inspiral Carpets do que exatamente para Lafayette.

Em Elvis, que apropriadamente abre o disco, Frank alfineta a necessidade contemporânea de se ouvir um som novo a cada dia. Obsessão Anos 60 vai um pouco além do que o título anuncia e foca outras décadas, sempre com um espírito ácido e autocrítico, numa espécie de mea culpa desse revivalismo todo. Há canções de amor de todo tipo, algumas enviesadas e irônicas como A Historiadora. Em Eu Demiti Um Amigo, Frank deixa fluir tudo que aprendeu com Reginaldo Rossi e seus pares. E, maravilha das maravilhas, o encarte com as letras ainda traz comentários tipicamente frankjorgianos sobre as mesmas.

Todas reunidas, as canções de Volume 3 somam pouco mais de 33 minutos, que podem ser relacionados às 33 rotações e um terço dos LPs em vinil. O que pode parecer avareza ou sonegação de material musical, no entanto, se comprova como um disco na medida certa. Quando soam as últimas notas de Se Você Ainda Me Quiser, a vontade é de virar o disco no prato e tocar o lado A pra rodar novamente. Ou melhor, dar o replay no CD. De qualquer maneira, novamente aqui pontos para Frank Jorge que nesse Volume 3 coloca em prática o aforismo do escritor e musicólogo britânico Arthur Jacobs: “tudo é música, revista e ouvida pelos únicos olhos e ouvidos possíveis: os olhos e ouvidos do presente”. Ah, sim: Volume 3 marca a estréia de Frank pela Monstro Discos. E está à venda nas boas lojas do ramo.
Por Jimi Joe: músico, compositor, diretor da Rádio UNISINOS FM

* No repertório do show, canções dos três CDs solos:

- Carteira Nacional de Apaixonado (Barulhinho/POA/2001) – Serei mais feliz (Vou largar a jovem guarda), Cabelos cor de jambo, Não recebo em dólar, Prendedor.

- Vida de Verdade (YB/Trama/ SP/2003) – Você não é tão legal, Vida de verdade, Concurso literário.

- Volume 3 (Monstro Discos/GO/2008) – Eu demiti um amigo, Obsessão anos 60, A historiadora, Elvis e outras mais.


* Banda:
Alexandre Birck: bateria
Bruno Alcalde: guitarra e voz
Paulo Bergmann: teclado e pianica
Régis Sam: baixo
Frank Jorge: composições, guitarra e voz.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Pública Indicada ao VMB 2009, Sairá de lá premiada direto para o Morrostock? Votem na Pública pessoal.



Com oito anos de estrada, a Pública já participou de diversos festivais como Planeta Atlântida (RS) 2009/2008, Grito Rock (MT), Fora do Eixo (SP), MADA (RN), Bananada (GO), GIG Rock III,IV,V e VI (RS) e Calango (MT). Foram também indicados como revelação ao Prêmio Açorianos de Música (RS) e ao VMB 2007, na Categoria Aposta MTV, com o clipe da música "Long Plays" (do primeiro disco Polaris,2006 http://www.youtube.com/watch?v=lsEEjyY6BAg), que teve uma excelente execução nas FMs do sul do Brasil. Entre as canções do novo álbum, destacam-se faixas como "Casa Abandonada", "Há Dez Anos Ou Mais" e as elogiadas pela Folha de S.Paulo "1996" e "Quarto das Armas".
Transitando com facilidade entre o rock britânico e o rock underground americano, a banda criou sua personalidade com ênfase nas melodias, nas letras e nos arranjos bem acabados. Em suas canções a Pública mostra a influencia roqueira que vai de Beatles a Smiths, passando por Stones, Bowie e Supergrass, especialmente nas melodias e na combinação de guitarras e piano. Circula pelo psicodelismo sessentista, música negra, e se completa nas bandas de Manchester dos 80 e 90.

A Pública tem um jeito bem próprio de fazer vídeo clipes. Foi assim desde o primeiro, quando uma criança protagonizava uma pequena história como pano de fundo.
Seu primeiro clipe do álbum novo, Como num Filme sem um Fim (Olelê Music - 2009). foi a Casa Abandonada uma produção impecável, caracteristica da Pública em seus clipes, que rendeu duas indicações para o VMB 2009. Como nos outros clipes da banda, este também traz o que já é uma das marcas registradas da banda: uma alegria tristonha, uma nostalgia esperançosa e sem rancores, uma pitada de comédia e vários personagens excêntricos.

Votem na Pública para que saiam de lá com o prêmio direto pra Sapiranga! Boa sorte Pública e até o Morrostock 2009.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Zé do Bêlo em um show pra lá de divertido.


Figurinha carimbada do popular Rock Gaúcho Zé do Bêlo é presença confirmada na noite clássica do rock Gaúcho e promete um show muito divertido acompanhado pela banda formada pelo King Jim (Sax) e Alemão da Vila (Percussão e bateria)

Zé do Bêlo é um tradutor do imaginário sulista, e por isso cultuado pelo underground gaúcho. Ele apresenta programa de rádio, foi garoto-propaganda da cerveja Polar, e candidato a vereador com a promessa de acabar com as baratas em Porto Alegre.
Em seu disco, Zé do Bêlo Salva!, o cara que carrega a vida numa mochila (e o violão a tiracolo) transita com maestria pelo samba, dá umas pedradas no reggae roots e no rock blues e não tem pudor de flertar com a música sertaneja.
A poesia de boteco nunca foi tão rockeira e ácida como nas canções de Zé do Bêlo.

"A música de Zé do Bêlo, profunda e escatológica, tem a ver com a série inaugurada por Lupicínio Rodrigues e continuada por Caco Velho e Raul Seixas. Com voz quebradiça e palavras incisivas, ele retrata o submundo de Porto Alegre, os imperativos do amor, o destempero e a religião. seu gênio maldito é prova de que o Sul não é uma caatinga cultural..." Luis Antonio Giron.
"Um Tom Waits do morro, um Forest Gump dos botecos da Avenida Osvaldo Aranha... Vital prestar atenção nas letras: são inteligentes e sarcásticas..." Marcelo Ferla

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Hibria - O Metal tem representante no Morrostock 2009


O fetsival Morrostock vai ter Metal este ano, depois de lançarem o novo álbum pelo mundo a fora será a vez de Sapiranga receber o Hibria lançando seu novo disco.
"The Skull Collectors" tem 9 músicas e trás o HIBRIA conectado com suas raízes mas com uma abordagem
mais contemporânea, resultando num álbum explosivo feito para energizar, do inicio ao fim, aos bangers
que o ouvirem. Em 2009 a banda iniciou a turnê mundial de divulgação do novo álbum, que até o momento
passou por Japão, Taiwan, Hong Kong, Coréia do Sul e Canadá, para então retornar ao Brasil para o
lançamento do CD em sua cidade natal, Porto Alegre (Acesse o Tour Report). A edição de Julho da Revista
Roadie Crew destacou o The Skull Collectors entre os 5 Cds mais vendidos do mês de Junho.
O CD foi lançado inicialmente no Japão pela Spiritual Beast / Universal Music no dia 12 de Dezembro. Em
2009 o álbum foi lançado na Europa pela Remedy Records e no Brasil pela Voice Music.
Os potentes vocais de Iuri Sanson foram levados a novos horizontes e foram realçados os complexos riffs e
arranjos desenvolvidos pelos guitarristas Abel Camargo e Diego Kasper, deixandoos “na cara” do ouvinte.
Bateria e baixo desenvolveram uma seção rítmica pesada e consistente para apoiar as melodias
desenvolvidas pelos demais músicos.
O novo trabalho contou novamente com produção dos músicos Diego Kasper e Marco Panichi.
O novo CD foi mixado e masterizado na Alemanha por Achim Köhler. Segundo a banda, os trabalhos
anteriores de Achim fizeram dele a pessoa certa para finalizar o novo CD do Hibria, que traz composições
com um direcionamento mais contemporâneo, pesado e agressivo.
As letras do álbum exploram o caminho traçado por um homem que alcança seu sonho de tornar-se um
piloto da força aérea, mas posteriormente, tomado por sua ganância e ambição, junta-se a uma
organização mercenária. Mais tarde, ele é acusado pela perda de um amigo em uma emboscada armada
por um grupo rival. Dominado pelo sentimento de vingança ele cai no caminho da autodestruição enquanto
vive confinado em um abrigo anti-aéreo com suas lembranças do passado.

O album anterior da banda foi o Defying the Rules trazendo o Heavy Metal com linhas melódicas dos anos
80, a velocidade dos 90 e a técnica dos 2000. Foi lançado no Brasil, EUA, Canadá, Europa Ocidental,
Rússia e Países Bálticos, Japão, Taiwan, Coréia do Sul, Malásia e Indonésia. No Japão o álbum foi o mais
vendido de sua categoria durante 6 semanas na cadeia de lojas HMV e foi votado entre os melhores do ano
pela critica e leitores da revista Burrn!. No Brasil a banda foi votada como Banda Revelação em 2005
segundo os leitores da revista Rock Brigade e nos ultimos 3 anos figurou entre as 10 melhores do Brasil
segundo os visitantes do site Whiplash.net.

sábado, 12 de setembro de 2009

Os Replicantes (Legendary Punk Rock From Porto Alegre)



OS REPLICANTES comemoram em 2009 os seus 25 anos. Considerada uma das mais importantes bandas do cenário alternativo brasileiro, prepara a gravação do seu nono álbum que deverá estar sendo lançado ainda este ano. As canções misturam punk rock, hardcore e suas vertentes nem um pouco “melódicas”.
Nos anos 80, OS REPLICANTES gravaram três álbuns pela gravadora BMG: Histórias de Sexo e Violência, O Futuro é Vortex – foi escolhido entre os 20 mais importantes álbuns do rock nacional/revista BIZZ - e Andróides Sonham com Guitarras Elétricas. Nos shows, OS REPLICANTES continuam apresentando os clássicos que entraram para a história do rock nacional como Surfista Calhorda, Nicotina e Festa Punk.
Nessas duas décadas, a banda esteve nos principais festivais nacionais, como o Abril Pro Rock (Recife), RecBeat (Recife), Minha Pátria, Minha Música (São Paulo) e tocou ao lado de grupos clássicos da cena mundial como Dead Kennedys e Buzzcocks. Com duas turnês européias 2003/2006, estiveram nos festivais Fuck North Pole (Tromso/Noruega) e Havenfest (Hamburgo/Alemanha).
Suas canções estão inseridas em filmes de longa-metragem como O Cerro do Jarau, Tolerância e na série Carandiru. OS REPLICANTES lançaram nestes 25 anos oito álbuns, uma fita de vídeo e dois DVD’s sendo um gravado na primeira tour européia que aconteceu em 2003.
Presença certa no Morrostock 2009, a banda pretende fazer um set repleto de boas canções e muito Punk RocK
A banda tem na sua formação Julia Barth nos vocais, Cláudio Heinz na guitarra, Heron Heinz no baixo e Cleber Andrade na bateria...


www.osreplicantes.com.br
www.myspace.com/osreplicantes.

Walverdes, É rock, direto, sem firulas e explosivo


WALVERDES
A Walverdes é uma das mais importantes bandas do rock nacional independente. Mais importante? Mas então como é que eles nunca tocaram nas grandes rádios nem foram no Faustão? Bom, porque desde 1993 os Walverdes vem trilhando o caminho da independência. Mas se isso significa não ter o apoio da grande mídia, também não impediu os Walverdes de construírem um nome e uma fiel audiência por todo o Brasil.
Já são 4 discos lançados: Walverdes – 1996 – (Barra Lúcifer Records), 90° - 1999 – (Monstro Discos), Anticontrole – 2001 (Monstro Discos) e Playback – 2005 (Mondo 77).
E o som? É rock, direto, sem firulas e explosivo, como atestam as influências: o rock de garagem dos anos 60 e 70, o punk, o grunge e tudo de bom que vem sendo feito desde que Elvis começou a chacoalhar. The Who, Black Sabbath, Nirvana, Mudhoney e Supergrass são alguns exemplos.
Em 2001, os Walverdes integraram parte de turnê dos californianos do Nebula, tocando com eles em Goiânia, São Paulo, São Carlos e Londrina.
Já abriram para os japoneses do Guitar Wolf, no Goiania Noise, e para os americanos do Nada Surf, em novembro de 2004, no Loud Festival, no Rio de Janeiro.
Também já tocaram na mesma noite dos Breeders, no primeiro Curitiba Pop Festival.
Em 2006, tocaram com o Supergrass, no Campari Rock, realizado em Atibaia, interior de São Paulo.
Atualmente, os Walverdes estão comemorando 15 anos de carreira e finalizando seu 5º disco, que deve ser lançando ainda neste ano. Enquanto a nova turnê não sai, a banda continua tocando pelo Brasil e vai estar em Sapiranga no festival Morrostock fazendo um show no volume máximo.
Walverdes é: Gustavo "Mini" Bittencourt (voz e guitarra), Marcos Rübenich (bateria) e Patrick Magalhães (baixo e voz). Participação especial: Julio Porto (guitarra - Ultramen)
http://www.myspace.com/walverdes

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

AMP de Recife (PE)


A primeira década deste novo milênio termina com uma crise de identidade na música de Pernambuco. Existe uma ansiedade em proporção nacional para que o novo saia mais uma vez desse estado, mesmo que não exista mais continuidade daquilo que começou na década de 90. Associar imagens e sons a região se transformou em uma tarefa ingrata, na medida em que referências vão se distanciando desse “caráter multicultural” que, forçosamente, está determinado a carimbar todos os passaportes do estado. Talvez, nessa ansiedade, tenhamos esquecidos que um dos aspectos do novo é de ser, antes de inédito, desafiador. E a Amp, formada por Capivara (guitarra e voz), Djalma (guitarra e voz), Dudu (baixo) e Crika (bateria) é a configuração musical mais desafiadora da estética local que surgiu nesse primeira década dos anos 2000. Sua música é a metáfora perfeita para aqueles filmes de ficção científica onde um monstro gigante devasta completamente uma cidade indefesa. Seus passos largos representam a velocidade em que o quarteto avança na maturidade da música que fazem. O disco de estréia, Pharmako Dinâmica, não é rock para guetos, mas sim para multidões. Sem cara de produto reprocessado, mas assim como esses, milimetricamente planejado para conquistar espaços maiores. Trabalho do produtor musical Iuri Freiberger, ferreiro do rock nacional que imprimiu sua marca em discos como o da banda goiana MQN. O grito grave do monstro é o baixo de Dudu, que faz pressão contra os ouvidos em cada nota, quase como um prenúncio apocalíptico. A parede sonora da Amp está toda em seu instrumento, que deixa inegável a referência que a banda tem ao Stoner Rock do Queens of the Stone Age. A metáfora encerra nos versos da própria banda que, quase ironicamente, descobre que ouvir suas músicas tem o mesmo efeito de presenciar essa invasão: “uma dose de adrenalina”. Lançado pela Monstro Discos, Pharmako Dinâmica é apenas uma cereja no bolo do talento da Amp. As poucas músicas que lançaram no MySpace já garantiam a eles o prestígio de uma das melhores bandas de rock da cidade. Antes mesmo do disco sair, apenas com a promessa de reunião de alguns do melhores músicos de rock da cidade, rendeu a eles convites para tocar em festivais como o Abril Pro Rock (PE), Bananada (GO), Porão do Rock (DF), Goiânia Noise (GO), DoSol (RN), Calango (MT) e outros do circuito independente.
Sem a pressão de re-inventar a roda que tanto encerra carreiras em Pernambuco, Amp se destaca com o básico. Sexo, drogas e rock, muito rock, em riffs e refrões divertidíssimos. Sabe aquelas noites mais loucas, onde o sol nasce ainda ao som de guitarras, com amizades reforçadas, novos amores surgidos e ocasionais desventuras no banheiro? Essa é a trilha sonora perfeita dessas noites. A música que toca quando, por um breve instante, fechamos os olhos e sentimos o mundo girar e a vida acontecer ao nosso redor. Pela primeira vez no Rio Grande do Sul a AMP promete para o festival Morrostock 2009 um show que será uma overdose de alegria.
http://www.myspace.com/amprockrecife